- O gasto das maiores estatais federais com patrocínio subiu 53% em 2025, chegando a 1,6 bilhão de reais.
- Caixa teve aumento de patrocínio de 374,7 milhões para 652,1 milhões de reais entre 2024 e 2025 (aumento de 277,4 milhões).
- Petrobras passou de 380,1 milhões para 527,7 milhões de reais no mesmo intervalo.
- Banco do Brasil subiu de 267,4 milhões para 289,2 milhões de reais.
- BNDES teve maior alta proporcional: de 6,5 milhões para 99,3 milhões de reais, com foco em atividades esportivas, incluindo Comitê Paralímpico Brasileiro e Confederação Brasileira de Atletismo.
A soma destinada pelas maiores estatais federais a patrocínios registrou alta de 53% em 2025, totalizando 1,6 bilhão de reais. O aumento envolve Caixa, Petrobras, Banco do Brasil e BNDES, conforme levantamento do jornal.
Entre 2024 e 2025, a Caixa passou de 374,7 milhões para 652,1 milhões; a Petrobras de 380,1 milhões para 527,7 milhões; o Banco do Brasil de 267,4 milhões para 289,2 milhões; e o BNDES de 6,5 milhões para 99,3 milhões.
Os maiores contratos ainda são direcionados a atividades esportivas, com destaque para atletas e entidades como o Comitê Paralímpico Brasileiro e a Confederação Brasileira de Atletismo.
As estatais defendem os patrocínios. A Caixa aponta acordos plurianuais com desembolso parcelado; o BNDES afirma ter retomado projetos patrocinados após paralisação entre 2020 e 2022; a Petrobras destaca o papel estratégico para desenvolvimento econômico e institucional.
O BB afirma que a ampliação de contratos reforça a estratégia de fortalecer a marca e criar conexão com diferentes públicos, mantendo o patrocínio como ferramenta institucional.
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