- O Corte Inglés fechou o exercício 2025-2026 (até 28 de fevereiro de 2026) com lucro líquido de 628 milhões de euros, alta de 22,8% em relação ao ano anterior.
- O lucro líquido recorrente ficou em 522 milhões de euros, aumento de 11%.
- A dívida atingiu o menor nível em vinte anos, permitindo elevar os investimentos em 14,6% para 650 milhões de euros neste ano.
- A receita consolidada foi de 17.247 milhões de euros; a cifra de negócios chegou a 14.988 milhões, respectivamente +1,1% e +2% em comparação ao ano anterior (a superfície comparável).
- A margem bruta subiu 2,5%, com melhoria mais marcante na segunda metade; o desempenho foi impulsionado pelo varejo (exporta acelerada) e pelo segmento de viagens (crescimento de 3,1%), com varejo registrando +2,2% na segunda metade.
El Corte Inglés fechou seu exercício fiscal com resultados que apontam para um reposicionamento estratégico. O grupo anunciou lucro líquido de 628 milhões de euros no exercício 2025-2026, encerrado em 28 de fevereiro de 2026, com alta de 22,8% frente ao ano anterior. O lucro líquido recorrente ficou em 522 milhões, aumento de 11%.
A companhia destacou a menor dívida em duas décadas e confirmou previsão de elevar investimentos em 14,6% neste ano, para 650 milhões de euros. A nota reforça que a solidez financeira apoia a aposta em crescimento e melhoria da experiência do cliente.
Desempenho financeiro e impulsos operacionais
O volume de receitas consolidadas ficou em 17.247 milhões de euros, enquanto a cifra de negócios atingiu 14.988 milhões, respectivamente +1,1% e +2% em base de superfície comparável. A empresa atribui o desempenho ao desempenho positivo de áreas-chave e à melhoria de eficiência.
O Retail mostrou aceleração, especialmente nos períodos de maior atividade comercial, com avanço de 2,2% no segundo semestre. O segmento de viagens (Viajes) também registrou crescimento sólido de 3,1%, impulsionado pela demanda de pacotes e turismo.
O grupo aponta melhoria do conjunto de margens, com o bruto registrado em alta de 2,5%, destacando a segunda metade do exercício como principal motor de ganho. O foco permanece em ampliar espaço de atuação e rentabilidade.
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