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Funcionários sem salários paralisam transporte público em Sete Lagoas

Prefeitura de Sete Lagoas contrata emergencialmente a Transcol Limitada para operar o transporte público após salários atrasados da Turi, assegurando deslocamento da população

Sete Lagoas anuncia nova empresa para transporte público após paralisação dos ônibus
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  • Usuários de Sete Lagoas, a setenta e dois quilômetros de Belo Horizonte, relatam paralisação dos ônibus desde a terça-feira (9).
  • Passageiros dizem que motoristas e trocadores da empresa Turi não teriam recebido salários desde o mês anterior, dificultando até a compra de alimento.
  • Em nota, a Prefeitura informou que contratará, em caráter emergencial, a empresa Transcol Limitada para assumir a operação do transporte público por seis meses.
  • A medida ocorre após a concessionária Turi deixar de cumprir obrigações trabalhistas com os funcionários; a passagem permanece em R$ 5,45.
  • Parte da operação é realizada pela Cooperativa Cooperseltta; prefeitura afirma que a prioridade é garantir o direito de ir e vir da população.

A paralisação do transporte público em Sete Lagoas, região metropolitana de Belo Horizonte, completa hoje cinco dias. Motoristas e cobradores da empresa Turi não recebem salários desde o mês anterior, o que levou à suspensão parcial das linhas municipais.

Usuários relatam dificuldades para chegar ao trabalho e recorrer a corridas por aplicativo. A prefeitura informou que a operação será temporariamente assumida por outra empresa, em caráter emergencial, para atender a demanda da população.

A prefeitura divulgou que contratará a Transcol Limitada por seis meses, com remuneração pelas tarifas arrecadadas e mantendo o valor da passagem em 5,45. A medida ocorre após a concessionária Turi deixar de cumprir obrigações trabalhistas.

O interventor Charles Generoso Baracho visitou a sede da Turi na quinta-feira (12/06) para colher informações sobre a crise. O prefeito Douglas Melo disse que a prioridade é garantir o direito de ir e vir dos moradores.

Segundo Melo, Sete Lagoas vive uma situação inédita no transporte público, com impactos na economia e, em alguns casos, na saúde dos munícipes. A Prefeitura reforça que a mudança visa restabelecer o serviço o mais breve possível.

Paralelamente, parte da operação segue sob responsabilidade da Cooperativa Cooperseltta, que atua no sistema municipal. A prefeitura afirma que novas informações serão divulgadas conforme o andamento da contratação emergencial.

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