- A Volkswagen prevê que, até 2035, apenas 3% a 5% dos motoristas desejarão motor de combustão interna.
- Martin Sander, membro do conselho da empresa, afirmou que o debate sobre proibir os ICE pode estar sendo mal formulado.
- Em entrevista, Sander usou a comparação de cavalos para dizer que a gasolina/diesel podem se tornar nichos, sem necessidade de decreto governamental.
- A eletrificação da frota europeia permanece cercada de controvérsias, como infraestrutura de recarga e competição asiática, segundo o texto.
- A visão da montadora ocorre em meio a apostas de transição acelerada para veículos elétricos na indústria automotiva europeia.
A VolksWagen aposta em uma transição acelerada para a eletrificação, com previsão de que, até 2035, apenas 3% a 5% dos motoristas ainda queiram motores de combustão interna. A mudança ocorre em meio a debates sobre incentivos, infraestrutura de recarga e competição internacional.
Martin Sander, responsável por vendas, marketing e pós-vendas do grupo, afirmou que o diálogo sobre proibição de motores a combustão é equivocado. O executivo usou uma comparação com cavalos para ilustrar a evolução do transporte.
Para a fabricante alemã, o tema central não é eliminar o uso de combustíveis imediatamente, e sim sustentar a transição de forma prática. A perspectiva surge em um contexto de investimentos bilionários na eletrificação da frota europeia.
Contexto e desdobramentos
A eletrificação da frota europeia permanece cercada de controvérsias. Questões como políticas públicas, infraestrutura de recarga e a entrada de concorrentes chineses influenciam o ritmo de adoção.
A Volkswagen aponta que o debate sobre a proibição é apenas parte de uma discussão maior. A empresa ressalta a necessidade de entender como a demanda evolui até 2035 e quais gargalos permanecem.
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