- João Doria, ex-governador de São Paulo, avalia o panorama econômico e diplomático entre Brasil e Estados Unidos diante das tensões em Washington.
- Ele diz que a estabilidade entre as nações depende da postura dos seus líderes e que o cenário atual é desafiador.
- O gatilho foi a recepção de Flávio Bolsonaro por Donald Trump no Salão Oval, considerado por Doria um gesto inédito e de peso político.
- A aproximação gerou impacto no diálogo bilateral e gerou preocupação no governo brasileiro, incluindo o presidente Lula, que também é pré-candidato.
- O Seminário Econômico LIDE EUA-Brasil, em São Paulo, com presença do Consul-Geral dos EUA, discutiu desafios, restrições e oportunidades do comércio bilateral.
O ex-governador de São Paulo, João Doria, analisa o cenário econômico e diplomático entre Brasil e EUA em meio a tensões políticas em Washington. Ele afirma que a estabilidade entre as nações depende da postura dos seus líderes e de ações conjuntas.
A recente recepção de Flávio Bolsonaro por Donald Trump no Salão Oval, na Casa Branca, é apontada por Doria como sinal de envolvimento direto do governo americano no processo eleitoral brasileiro. A situação tem gerado desconforto no governo Lula.
Doria relembra a relação anterior com Trump para mostrar que o entendimento ainda é possível, citando encontros que teve com o então magnata na Trump Tower, em Nova York. O ex-governador destaca a importância de manter o canal de diálogo aberto.
Contexto diplomático
O Seminário Econômico LIDE EUA-Brasil reuniu autoridades, economistas e empresários para debater comércio bilateral, restrições e oportunidades. O evento ocorreu na Casa LIDE e contou com a presença de Kevin Murakami, Consul-Geral dos EUA em São Paulo.
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