- Indra escolhe Rheinmetall como sócio para fabricar a nova artilleria autopropulsada sobre rodas do Exército de Tierra, em contrato avaliado em 2.686 milhões, com a plataforma possivelmente sendo um camião 10×10 HX3.
- O acordo envolve 86 obuses autopropulsados sobre rodas, 86 veículos de municiamento, 14 de recuperação e sete de manutenção, como parte de pacote de defesa financiado para elevar o gasto militar a 2% do PIB.
- A iniciativa segue o mesmo modelo do acordo anterior com Hanwha, que fornecerá a plataforma K9 para adaptação no país, em parceria com a EM&E.
- As duas companhias firmaram, em março de 2026, uma aliança estratégica para colaboração na fabricação de camiões táticos militares.
- O conjunto de contratos de artilleria sobre rodas e sobre cadeias soma 7,24 bilhões; Santa Bárbara, ligada à General Dynamics, apresentou recurso ao Supremo e pode denunciar os contratos à Audiencia Nacional, com prazo até esta quarta-feira.
Indra está perto de firmar um acordo com a alemã Rheinmetall para fornecer artilharia autopropulsada sobre rodas ao Exército de Terra espanhol. O contrato, de 2,686 bilhões de euros, foi anunciado durante a feira Eurosatory em Paris, em meio a negociações avançadas. A Rheinmetall deve fornecer a plataforma, potencialmente um caminhão 10×10 similar ao HX3.
A parceria faz parte de um conjunto de projetos apoiados pelo governo espanhol para elevar o gasto militar. O acordo com Defesa envolve 86 obuses autopropulsados, 86 veículos de munição, 14 de recuperação e sete de manutenção. Indra e Escribano Mechanical & Engineering (EM&E) são os signatários originais.
Acordo estratégico entre Indra e Rheinmetall foi firmado em março, para cooperação em caminhões militares táticos. O contrato com Defesa também prevê a integração de plataformas de parceiros no âmbito nacional, com logística e montagem em plantas espanholas.
Contexto aumentado
O total para artilharia sobre rodas e em cadeia chega a 7,240 bilhões de euros. Santa Bárbara, filial espanhola da General Dynamics, foi outra concorrente no processo, com possível recurso judicial.
Santa Bárbara apresentou recurso ao Supremo contra 3,002 bilhões aprovados por Defesa para financiar os programas. A empresa também ameaçou levar a disputa à Audiencia Nacional, com prazo até esta quarta-feira para apresentar ações.
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