- IPC-S subiu 0,57% na segunda quadrissemana de junho; acumula alta de 4,54% em 12 meses.
- Em comparação mensal, o indicador avançou 0,66% em maio, fechou maio em 0,60% e registrou 0,64% na primeira quadrissemana de junho.
- Cinco das oito classes de despesa tiveram queda na taxa de variação; Alimentação passou de 1,57% para 1,30%.
- Também recuaram Habitação, Despesas Diversas, Vestuário e Comunicação.
- Transportes, Saúde e Cuidados Pessoais e Educação, Leitura e Recreação registraram avanço nas suas taxas de variação.
O IPC-S da segunda quadrissemana de junho subiu 0,57%, segundo dados da FGV Ibre. Em 12 meses, o índice acumula alta de 4,54%. O resultado aponta desaceleração frente ao ganho de 0,66% observado em maio, e ao avanço de 0,60% no mês anterior.
Entre os oito componentes, cinco tiveram queda na taxa de variação. A maior contribuição negativa veio do grupo Alimentação, que caiu de 1,57% na primeira quadrissemana para 1,30% nesta leitura.
Outros grupos também mostraram decréscimo: Habitação (de 1,00% para 0,82%), Despesas Diversas (1,30% para 1,09%), Vestuário (0,78% para 0,57%) e Comunicação (0,14% para 0,07%).
Desempenho por grupos
Transportes registrou queda menor, de -0,61% para -0,44%, ajudando a puxar a inflação para baixo. Saúde e Cuidados Pessoais passou de 0,49% para 0,58%, mantendo aceleração marginal. Educação, Leitura e Recreação avançou de 0,25% para 0,33%.
O indicador segue sendo calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) com base em variações de preços de itens semanais. A leitura da segunda quadrissemana de junho complementa o panorama da inflação ao consumidor no curto prazo.
Entre na conversa da comunidade