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Brasil entre os piores no ranking de competitividade, economista cita 3 fatores

Brasil cai para a 65ª posição entre 70 países no ranking de competitividade, com baixa produtividade, juros altos e infraestrutura deficiente

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  • Brasil caiu sete posições e ocupa a 65ª posição entre 70 países no ranking global de competitividade, divulgado pela AMD Business School em parceria com a Fundação Dom Cabral.
  • Economista Ricardo Buso, no Conexão Record News, aponta três fatores: baixa produtividade do trabalho, juros altos e deficiências na infraestrutura.
  • A falta de investimento em infraestrutura eleva custos logísticos, como o transporte de soja do Mato Grosso até Paranaguá.
  • Recursos captados pelo governo costumam ir para despesas rotineiras em vez de investimentos estruturais.
  • Alta carga tributária e a necessidade de reorganizar as contas públicas para reduzir gastos recorrentes são citadas como caminhos para melhorar a competitividade.

O Brasil caiu sete posições no ranking global de competitividade, ocupando a 65ª posição entre 70 países. O levantamento é divulgado anualmente pela AMD Business School, em parceria com a Fundação Dom Cabral, desde 1989. A divulgação ocorreu nesta sexta-feira, 19, no contexto de debates sobre produtividade.

Segundo o economista Ricardo Buso, o país enfrenta dificuldades constantes nessa avaliação desde 2015. Em entrevista no Conexão Record News, ele apontou três fatores centrais para o desempenho: baixa produtividade do trabalho, juros elevados que restringem investimentos e deficiências na infraestrutura.

Buso destacou que a infraestrutura insuficiente impacta especialmente o agronegócio brasileiro, com custos logísticos elevados na comparação com a média global. Ele citou o transporte da soja do Mato Grosso para Paranaguá como exemplo de entrave logístico.

Além disso, o economista criticou a destinação de recursos públicos, apontando que muitos recursos captados pelo governo são usados para despesas recorrentes em vez de investimentos estruturais. O cenário envolve inflação alta e juros elevados.

Fatores que pesam na competitividade

O especialista enfatizou que a combinação de alta carga tributária, gastos públicos pouco eficientes e necessidade de reformas fiscais dificulta o ambiente de negócios no Brasil. A reorganização das contas públicas seria apontada como prioridade para melhorar o cenário.

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