- O Conselho do Banco Central Europeu elevou as taxas de juros de forma considerada “robusta” diante de inflação prevista permanecer mais alta por mais tempo.
- O vice-presidente do BCE, Boris Vujčić, ressaltou que a decisão de altas taxas levou em conta esse cenário de inflação mais resistente.
- As expectativas de preços no longo prazo continuam alinhadas com a meta de 2% do BCE.
- O crescimento salarial atual não indica efeitos colaterais imediatos na economia.
- Vujčić fez as declarações nesta terça-feira, em Londres.
O Conselho do Banco Central Europeu (BCE) aumentou as taxas de juros, e a decisão foi considerada “robusta” diante de uma inflação que deve permanecer mais alta por mais tempo. A avaliação foi feita pelo vice-presidente do BCE, Boris Vujcic, nesta terça-feira.
Segundo Vujcic, as perspectivas de inflação no longo prazo permanecem alinhadas com a meta de 2% do BCE. Ele comentou que, apesar do ajuste, não há sinais de efeitos secundários relevantes em salários no momento.
Ainda de acordo com o vice-presidente, a política de aperto monetário segue justificada pela persistência de pressões inflacionárias. Ele enfatizou que o cenário não aponta para recuos abruptos nas ações da autoridade monetária.
A declaração foi feita em Londres, durante um evento com presentes na área financeira. Vujcic explicou que a robustez da decisão reflete a necessidade de manter a inflação sob controle até que se estabilize em níveis próximos da meta.
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