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Ministro afirma que tarifaço deve ser tratado como pauta comercial

Ministro afirma que tarifaço deve seguir pauta comercial, não política, citando impactos sobre exportadores e consumidores

Márcio Elias Rosa também falou sobre o Pix e declarou que o meio de pagamento “é do Brasil"
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  • O ministro Márcio Elias Rosa, do Ministério da Indústria, disse que tarifaços devem ser tratados como pauta comercial, às vezes com contornos políticos e eleitorais.
  • O Pix foi listado pela avaliação dos Estados Unidos entre temas investigados, com a possibilidade de tarifa de 25% sobre produtos brasileiros.
  • A tarifa de quarenta e cinco? Wait no. Correct: 25%. A medida foi apresentada pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos após conclusão de investigação de práticas desleais.
  • O senador Flávio Bolsonaro pediu uma audiência pública nos EUA antes da decisão final, para discutir a suspensão da tarifa e uma solução negociada.
  • Segundo o parlamentar, a tarifa, na prática, beneficiaria o governo atual e prejudicaria exportadores brasileiros, importadores norte-americanos, consumidores dos EUA e a oposição brasileira.

Márcio Elias Rosa, integrante do Ministério da Indústria, afirma que o tema de tarifas às importações pode, em alguns momentos, assumir contornos políticos e eleitorais. O pronunciamento ocorreu em cenário de discussão sobre medidas comerciais. A declaração reforça a leitura de que questões econômicas ganham relevância política.

O ministro também comentou o Pix, o meio de pagamento brasileiro, destacando que ele pertence ao Brasil. Segundo Rosa, o debate envolve interesses de outros países que defendem visões de soberania econômica. A entrevista ocorreu em meio a obas oportunidades de mudanças no cenário financeiro nacional.

Medidas dos EUA e interesses envolvidos

Em 1º de junho, o governo dos Estados Unidos anunciou uma proposta de tarifa de 25% sobre uma ampla lista de produtos importados do Brasil. A medida depende de decisão final, que fica a cargo do presidente norte-americano. A proposta é resultado de investigação sobre práticas comerciais.

A investigação do USTR apontou temas como Pix, comércio digital, proteção à propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e combate à desmatamento ilegal. O governo brasileiro recebeu a notificação para acompanhar a análise e a eventual adoção de tarifas.

Flávio Bolsonaro, senador e pré-candidato à Presidência pelo PL do Rio de Janeiro, pediu audiência pública nos EUA antes da decisão final. O objetivo seria discutir a suspensão da tarifa e propor uma solução negociada para as questões identificadas na apuração.

Segundo o documento de inscrição, o senador argumenta que a tarifa prática beneficiaria o governo atual e prejudicaria exportadores brasileiros, importadores norte-americanos, consumidores dos EUA e a oposição brasileira, apontada como principal vítima da conduta sob investigação.

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