- A alavancagem que ajudou a impulsionar o rally das ações dos EUA passa a gerar preocupação entre investidores.
- O aumento da alavancagem vem em parte do crescimento de produtos negociados com alavancagem, contas de margem de varejo e depósitos de fundos de hedge em corretores primários.
- Economistas e reguladores temem que esse cenário possa agravar a próxima crise financeira.
- A demanda por tomar dinheiro emprestado elevou os custos de financiamento em um patamar incomum, atingindo o nível mais alto desde dezembro de 2024.
O excesso de alavancagem que impulsionou o rally das ações nos EUA agora suscita preocupação entre investidores e reguladores. O fenômeno vem se tornando uma fonte de inquietação, especialmente no meio do ano.
O aumento é atribuído, em parte, ao crescimento dos produtos de ETF alavancados, a contas de margem no varejo e aos depósitos de hedge funds com corretores primários. Esses componentes elevam a quantidade de dinheiro emprestado no mercado.
Os custos de financiamento sofreram um salto incomum, atingindo patamares máximos desde dezembro de 2024. Especialistas dizem que esse movimento pode amplificar volatilidades e potenciais gatilhos de crise à medida que a alavancagem se ajusta.
Preocupação com a alavancagem no mercado
A queixa principal é que maior demanda por empréstimos eleva os custos de financiamento para operadores e instituições. Analistas destacam a necessidade de monitorar indicadores de alavancagem para entender riscos sistêmicos, especialmente diante de ciclos de alta volátil.
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