- O Ministério da Fazenda divulgou os resultados do plano de transformação ecológica, criado em 2023 para crescimento econômico com redução de emissões de carbono.
- O programa prevê a captação de US$ 5,5 bilhões em títulos soberanos sustentáveis em dois anos.
- O Fundo Clima terá previsão de R$ 27,5 bilhões em recursos neste ano, para transição energética, indústria verde, desenvolvimento urbano sustentável, florestas e recursos hídricos.
- O Eco Invest Brasil estima investimentos totais de R$ 140 bilhões, ajudando a atrair capital privado e internacional.
- Especialistas ressaltam vantagens do Brasil, como recursos naturais e marcos regulatórios (Código Florestal, Política Nacional de Recursos Hídricos e Sistema de Comércio de Emissões), destacando a necessidade de mecanismos para atrair capital privado para proteção de áreas naturais, especialmente na Amazônia.
O Ministério da Fazenda divulgou nesta sexta-feira os resultados do plano de transformação ecológica, criado em 2023 para promover o crescimento econômico com menor impacto ambiental. Entre os avanços, consta a captação de US$ 5,5 bilhões em títulos soberanos sustentáveis em dois anos.
Outro avanço envolve a expansão do Fundo Clima, com previsão de R$ 27,5 bilhões em recursos neste ano. O objetivo é financiar transição energética, indústria verde, desenvolvimento urbano sustentável, florestas e recursos hídricos.
Na mobilização privada, o Eco Invest Brasil projeta investimentos totais de R$ 140 bilhões. O programa busca atrair capital privado e internacional para apoiar a agenda ambiental associada ao desenvolvimento econômico do país.
Perspectivas de desenvolvimento
Especialista afirma que a transformação ecológica caminha lado a lado com o ganho de capital social. O plano é visto como instrumento para ampliar práticas produtivas sustentáveis no campo.
Ele destaca a importância de atrair capital privado para proteger áreas naturais, especialmente na Amazônia. Segundo o analista, orçamento público sozinho não basta para garantir a proteção ambiental.
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