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Pesquisador chinês apresenta inovações em arte e inteligência artificial no Rio

Kang Zhang discute a fusão de estilos artísticos e a ética na autoria de obras geradas por inteligência artificial no Rio Innovation Week

Kang Zhang (Foto: Divulgação)
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  • O Rio Innovation Week começa amanhã no Píer Mauá.
  • O pesquisador Kang Zhang, da Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong, apresentará projetos que conectam arte oriental e ocidental.
  • Um dos projetos destaca a interação entre Wassily Kandinsky e Wu Guanzhong.
  • Outro projeto relaciona o Dongba Script, patrimônio da Unesco, com as obras de Joan Miró.
  • Zhang abordará a ética na autoria de obras geradas por inteligência artificial e a fusão de estilos artísticos.

O Rio Innovation Week, que começa amanhã no Píer Mauá, receberá o pesquisador Kang Zhang, referência em estética computacional. Ele apresentará projetos que unem arte oriental e ocidental, abordando a ética na autoria de obras geradas por inteligência artificial (IA).

Zhang, professor na Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong, explorará a fusão de estilos artísticos por meio de algoritmos. Um dos projetos destaca a interação entre Wassily Kandinsky, ícone da abstração geométrica, e Wu Guanzhong, figura central da arte moderna chinesa. O segundo projeto conecta o Dongba Script, patrimônio da Unesco, com as obras do surrealista Joan Miró.

O pesquisador defende que a IA deve ser vista como uma extensão do olhar humano. Em sua pesquisa, ele questiona como computadores podem gerar expressões visuais estéticas. Zhang acredita que a apreciação estética é universal, transcende culturas e que a fusão entre diferentes tradições artísticas pode ser mais impactante do que abordagens isoladas.

Ele também discute a questão da autoria em obras geradas por IA, afirmando que é ético usar a tecnologia para aprender e recriar estilos artísticos. Para Zhang, a IA e seu usuário são coautores, já que a máquina aprende o “vocabulário visual” de artistas consagrados.

A participação de Zhang no evento promete provocar um diálogo sobre a capacidade da IA de atuar como uma ponte cultural, promovendo intercâmbios artísticos entre tradições distintas. Ele enfatiza que, embora a IA reproduza padrões de beleza, o processo criativo humano continua sendo o mais complexo de codificar.

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