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Bolsista da FAPESP é premiado por pesquisa sobre inteligência artificial e desinformação

Francielle Alves Vargas é premiada por sua pesquisa inovadora em verificação de fatos e discurso de ódio, promovendo um ambiente digital mais seguro

Francielle Vargas estuda IA em pesquisa de pós-doutorado na Unesp de Rio Claro (Foto: Reprodução)
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  • Francielle Alves Vargas, pesquisadora da Universidade Estadual Paulista (Unesp), ganhou o Prêmio Maria Carolina Monard 2025.
  • A premiação ocorrerá em 19 de setembro no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC-USP).
  • Sua tese, “Socially responsible and explainable automated fact-checking and hate speech detection”, foca em verificação de fatos e detecção de discursos de ódio.
  • Vargas desenvolveu três ferramentas que analisam comentários suspeitos na internet, incluindo o sistema Brasil#SemÓdio, que identifica informações falsas e discursos de ódio rapidamente.
  • O prêmio inclui um certificado e R$ 5 mil, reconhecendo a qualidade acadêmica e a aplicação prática das pesquisas.

Francielle Alves Vargas, pesquisadora da Universidade Estadual Paulista (Unesp), conquistou o Prêmio Maria Carolina Monard 2025 com sua tese sobre verificação de fatos e detecção de discursos de ódio. A premiação ocorrerá em 19 de setembro no auditório do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC-USP).

A pesquisa de Vargas, intitulada “Socially responsible and explainable automated fact-checking and hate speech detection”, foi uma das oito teses de doutorado em inteligência artificial (IA) inscritas nesta edição do prêmio. A comissão avaliadora considerou critérios como originalidade, impacto e rigor metodológico. A presidente da comissão, Heloisa Camargo, destacou a relevância do trabalho para a comunidade de processamento de linguagem natural.

Inovações na Pesquisa

A tese de Vargas introduz métodos de IA que priorizam a transparência e a responsabilidade. Ela desenvolveu três ferramentas que analisam comentários suspeitos na internet, identificando informações falsas e discursos de ódio em poucos segundos. O sistema Brasil#SemÓdio, criado por ela, combina estatísticas e expertise para detectar comentários ofensivos em redes sociais.

Além de sua pesquisa de doutorado, Vargas segue com um pós-doutorado financiado pela FAPESP, onde investiga abordagens de ranqueamento de dados textuais em modelos de linguagem de grande escala. Sua contribuição é vista como um avanço significativo na luta contra a desinformação e a promoção de um ambiente digital mais seguro.

Reconhecimento e Impacto

O prêmio, que inclui um certificado e R$ 5 mil, reconhece não apenas a qualidade acadêmica, mas também a aplicação prática das pesquisas. Vargas, ao desenvolver ferramentas acessíveis, busca impactar positivamente a sociedade, oferecendo recursos que podem ser utilizados por todos. A tese completa está disponível online, permitindo que outros pesquisadores e interessados acessem suas inovações.

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