- A CNDB foi entregue a reitores de universidades federais em 10 de dezembro, em Brasília, durante evento da Andifes, pelo ministro da Educação, Camilo Santana.
- O governo informou recomposição orçamentária de 747,3 milhões de reais em 2024 e 400 milhões de reais em 2025 para as instituições federais.
- O Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) prevê investimentos de 3,8 bilhões de reais na infraestrutura das universidades federais.
- Entre 2023 e 2025, já foram nomeados 55 reitores e reitoras; até o fim de 2025 serão 56, e em 2026 estão previstos 13 novos nomes.
- A CNDB oferece vantagens como descontos em eventos culturais, benefícios do programa Mais Professores e tem validade de dez anos.
Nesta quarta-feira, 10 de dezembro, o ministro da Educação, Camilo Santana, entregou a Carteira Nacional Docente do Brasil (CNDB) a reitores e reitoras de universidades federais, em Brasília, durante evento da Andifes. A CNDB reconhece a atuação de docentes e facilita acesso a benefícios.
O MEC destacou que a entrega ocorre em um contexto de recomposição orçamentária para as federais. Em 2024, o aporte foi de R$ 747,3 milhões; em 2025, está previsto o valor de R$ 400 milhões, para recompor cortes da LOA e conter a inflação.
Investimentos no Novo PAC também foram mencionados como parte do esforço de infraestrutura. O montante destinado ao programa chega a R$ 3,8 bilhões, o maior desde a criação do Reuni, em 2007, para as universidades federais.
Em relação à gestão universitária, foram nomeados 55 reitores entre 2023 e 2025, seguindo o processo de escolha pela comunidade acadêmica. Até o final de 2025, a previsão é chegar a 56 nomes, com 13 novos reitores previstos para 2026.
Segundo a Secretaria de Educação Superior, as ações visam fortalecer políticas de assistência estudantil e ampliar o quadro de docentes e técnicos. A meta é ampliar a produção de ciência e inovação nas federais, com respeito às escolhas institucionais.
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