- O MEC, por meio da Secretaria de Articulação Intersetorial (Sase) e dos Sistemas de Ensino, promoveu oficinas regionais de planejamento intersetorial da educação para o Arquipélago do Marajó, no Pará.
- Três oficinas foram realizadas: Curralinho (25–26 nov), 50 representantes; Soure (4–5 dez), 50 participantes; Breves (9–10 dez), 60 representantes.
- O objetivo é elaborar diagnóstico local e definir estratégias intersetoriais para os 18 municípios da região, levando em conta vulnerabilidades sociais, culturais e econômicas.
- As atividades identificaram cinco problemas que impactam o direito à educação: insegurança alimentar, trabalho infantil, violência, acesso à saúde e mudanças climáticas/eventos extremos.
- O planejamento envolve redes e entidades locais, com a expectativa de pactuar e implementar as ações pelos diferentes atores, visando reduzir desigualdades e ampliar ambientes de aprendizagem.
O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Articulação Intersetorial (Sase) e dos Sistemas de Ensino, realizou oficinas regionais de planejamento intersetorial da educação no Arquipélago do Marajó, no Pará. A iniciativa visa apoiar 18 municípios locais com estratégias integradas de educação.
Gestores e representantes de várias áreas participaram das oficinas, alinhando ações às especificidades sociais, culturais e econômicas da região, bem como às vulnerabilidades socioambientais que afetam o direito à educação.
As atividades reuniram a Rede de Apoio Local do Marajó, o MEC, a Secretaria de Educação do Pará, diretrizes regionais de ensino, a Secretaria Regional do Marajó, Undime, o Gaepe-Marajó e a Associação dos Municípios do Arquipélago do Marajó.
A primeira oficina ocorreu em Curralinho nos dias 25 e 26 de novembro, com 50 representantes de educação, assistência social, saúde, meio ambiente e agricultura de cinco municípios.
A segunda edição aconteceu em Soure, nos dias 4 e 5 de dezembro, reunindo 50 participantes de áreas setoriais de mais cinco municípios da região.
A edição final foi realizada em Breves, nos dias 9 e 10 de dezembro, com 60 representantes dos setores de educação, assistência social, saúde, meio ambiente, segurança pública e agricultura de oito municípios.
O objetivo central é diagnosticar a realidade local e definir estratégias intersetoriais, intermunicipais e regionais para reduzir desigualdades, fortalecer a proteção social e ampliar oportunidades educacionais.
Entre os temas mapeados estiveram insegurança alimentar, trabalho infantil, violência, saúde, mudanças climáticas e eventos extremos, que impactam a trajetória escolar de crianças e jovens.
As discussões buscam promover ambientes de aprendizagem seguros, resilientes e inclusivos, com ações preventivas e coordenação contínua entre áreas para manter o direito à educação.
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