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Tarcísio minimiza erros de português de PMs em escolas militarizadas

Governador minimiza erro de português de monitores em escola cívico-militar de Caçapava, em meio à implementação do programa em cem unidades

‘Descançar’ e ‘continêcia’: Tarcísio minimiza erros de português cometidos por PMs em escolas militarizadas
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  • O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, minimizou os erros de português cometidos por monitores militares em uma escola cívico-militar de Caçapava, no interior do estado.
  • No primeiro dia de aula, dois militares faziam uma explanação sobre normas da hierarquia quando um deles escreveu na lousa as palavras “descançar” e “continêcia”.
  • As cenas foram gravadas por celular e rapidamente viralizaram nas redes sociais.
  • Tarcísio afirmou que o monitor não está lá para ensinar Pedagogia e defendeu o modelo, dizendo que o erro é aceitável e que o foco é qualificar os professores e promover civismo.
  • O episódio ocorre durante a implementação do programa de escolas cívico-militares em cem unidades da rede estadual, que tem sido alvo de críticas de educadores e especialistas.

O caso ocorreu no primeiro dia de aula em Caçapava, no interior de São Paulo, em uma escola cívico-militar. Dois monitores militares faziam uma explanação sobre normas da hierarquia quando gravaram erros de linguagem na lousa: as palavras descançar e continêcia. O vídeo circulou nas redes.

O episódio ocorreu durante o início do ano letivo, em Caçapava. As imagens foram registradas por um celular e rapidamente ganharam destaque nas redes sociais, gerando repercussão sobre o modelo de ensino adotado pela escola.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), minimizou o ocorrido. Ele afirmou que o monitor estava ensinando ordem unida e que não se tratava de atuação pedagógica, defendendo que a função dele era instruir postura.

Tarcísio reforçou a defesa do modelo de escolas cívico-militares, dizendo que erros no quadro não justificam críticas ao papel dos monitores. O governo estadual continua a implementação do programa em 100 unidades da rede estadual, ainda sob avaliação de educadores.

A discussão sobre o tema ocorre no contexto de críticas ao projeto, destacando a manobra de ampliar a presença de militares na coordenação das escolas e as repercussões sobre a identidade pedagógica das instituições.

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