- Bard College contratou a empresa de advocacia WilmerHale para realizar uma investigação independente sobre comunicações entre o presidente Leon Botstein e Jeffrey Epstein, além de possíveis contribuições financeiras ligadas ao caso.
- A revisão investigará o alcance dessas comunicações, contribuições ligadas a Epstein e questões relacionadas, além de recomendar políticas de avaliação de doadores, captação de recursos, código de conduta e conflitos de interesse.
- Novas revelações sobre as tratativas de Botstein com Epstein vieram a público por meio de e-mails e outras comunicações liberadas pelo Departamento de Justiça, incluindo uma viagem à ilha de Epstein em 2012.
- Botstein afirmou que não era amigo de Epstein e que participou do evento para arrecadar recursos; disse ter recebido um presente não solicitado de 75 mil dólares e que sua função era a arrecadação para a instituição.
- O presidente da Bard afirmou ter conhecido Epstein em 2011, anos após a divulgação de que Epstein era condenado por crimes sexuais; as informações surgem em meio a relatos de novas evidências.
Bard College informou que o conselho de trustees contratou a firma de advocacia WilmerHale para realizar uma investigação independente sobre as comunicações entre o presidente da instituição, Leon Botstein, e Jeffrey Epstein. O objetivo é abranger o alcance total dessas comunicações, contribuições financeiras ligadas a Epstein e assuntos correlatos.
A apuração deverá também propor recomendações sobre políticas de triagem de doadores, captação de recursos, códigos de conduta e conflitos de interesse. O anúncio foi feito após novas revelações contidas em mensagens liberadas pelo Departamento de Justiça.
Contexto e pessoas envolvidas
Leon Botstein, presidente de Bard desde 1975, é o foco das informações. Epstein, condenado por crimes relacionados a prostituição, aparece em registros de 2012, incluindo viagem à ilha de Epstein. Botstein afirma que não tinha amizade com Epstein.
Datas e locais
As informações sobre a relação surgem de emails e documentos do DOJ, relativos a 2012, quando Botstein percorreu a ilha de Epstein. Botstein sustenta que a visita foi para um evento de arrecadação, e não por amizade.
O que está em jogo
A contratação da WilmerHale indica pressão para esclarecer vínculos entre a instituição e Epstein. Botstein alega ter começado o contato com Epstein em 2011, após receber uma doação de 75 mil dólares à Bard High School Early College.
Entre na conversa da comunidade