- A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara aprovou projeto que institui escolas cívico-militares de ensino profissionalizante no sistema público brasileiro, em caráter conclusivo.
- As unidades terão tempo integral e gestão compartilhada: pedagogia com educadores civis; administração e disciplina com militares da reserva, policiais militares e bombeiros.
- O currículo seguirá diretrizes do Ministério da Educação, acrescido de formação técnica em tecnologia da informação, automação industrial, agronegócio, energias renováveis e saúde.
- A administração ficará a cargo de diretores e coordenadores pedagógicos selecionados por mérito; militares atuarão na colaboração da gestão disciplinar.
- O relatório foi apresentado pelo deputado General Pazuello, que afirmou que o modelo fortalece defesa nacional ao formar cidadãos qualificados para setores estratégicos.
Com informações da Agência Câmara.
A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara aprovou um projeto que cria escolas cívico-militares profissionalizantes no ensino público brasileiro. A iniciativa tramita em caráter conclusivo e seguirá para avaliação em comissões de Educação, Finanças e Jurídica.
O modelo prevê tempo integral e gestão compartilhada: educação pedagógica ficará a cargo de educadores civis, enquanto a disciplina poderá ser orientada por militares da reserva, PMs e bombeiros. O formato busca integração entre ensino e defesa.
O currículo seguirá diretrizes do MEC, com formação técnica em TI, automação industrial, agronegócio, energias renováveis e saúde. Diretores e coordenadores serão escolhidos por meritocracia; militares atuarão na gestão disciplinar.
Tramitação e desdobramentos
O relatório foi apresentado pelo deputado General Pazuello, que sustenta contribuição para defesa nacional ao formar cidadãos qualificados para setores estratégicos. A proposta é de autoria do deputado Lucio Mosquini. Com informações da Agência Câmara.
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