- O MEC assinou a retomada das obras do Hospital Universitário da UFJF, com investimento de R$ 214,9 milhões via Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), gerido pela Ebserh.
- A construção estava paralisada há 11 anos; a retomada começou com limpeza da área e prevê 310 leitos, sendo 85 de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), em um hospital 100% do Sistema Único de Saúde (SUS).
- Os recursos já foram descentralizados para a Ebserh, garantindo continuidade da obra, segundo o ministro Camilo Santana.
- A nova unidade deve ampliar o ensino em saúde na região, triplicando o número de residentes formados em 29 programas de residência médica e cinco de residência multiprofissional.
- O projeto prevê serviços como maternidade, UTI neonatal, UCO, neurocirurgia, transplantes e UNACON, além de Centro de Diagnóstico por Imagem com ressonância, tomografia, raio X e mamografia.
O Ministério da Educação (MEC) retomou nesta segunda-feira, 16 de março, as obras do Hospital Universitário da UFJF, em Juiz de Fora. O investimento é de 214,9 milhões de reais, provenientes do Novo PAC, geridos pela Ebserh. A agenda também incluiu visitas à reitoria da UFJF e à unidade de imagens do hospital.
Segundo o ministro Camilo Santana, a retomada exigiu estudos sobre a estrutura física e as necessidades médicas da população. A obra está na fase de limpeza da área e deverá resultar em 310 leitos, sendo 85 de UTI, com atuação 100% SUS e foco em ensino, pesquisa e assistência.
O MEC informou que os recursos já foram descentralizados para a Ebserh, descartando descontinuidade. A afirmação contou com participação da comitiva ministerial, que destacou o caráter estratégico da unidade para Juiz de Fora e região.
A reitora Girlene Alves destacou o papel da UFJF na formação de profissionais para o SUS e na melhoria da saúde regional. A Ebserh, representada pelo presidente Arthur Chioro, ressaltou a recuperação de uma obra parada há 11 anos e a atualização do projeto para atender às necessidades atuais.
A nova estrutura ampliará o ensino em saúde na região, com previsão de triplicar o número de residentes formados nos 29 programas de residência médica e nos cinco de residência multiprofissional. A construção inclui serviços como maternidade, UTI neonatal, UCO II, cardiologia, neurocirurgia e oncologia.
A unidade terá 310 leitos, dez salas cirúrgicas, quatro obstétricas, duas de hemodinâmica e um Centro de Diagnóstico por Imagem com ressonância, tomografia, mamografia e ultrassonografia. O projeto também prevê centros de referência de alta complexidade e novos serviços especializados.
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