- Polícia Militar de São Paulo (PM) encerrou a ocupação da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (UPES) na sede da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc), na Praça da República, região central de São Paulo, na noite de quarta-feira, 25.
- O ato contou com 21 manifestantes, entre adultos e menores de idade, conforme a PM.
- Houve tentativas de negociação; a remoção ocorreu com spray de pimenta e não houve feridos.
- Os participantes foram encaminhados ao 2º Distrito Policial (Bom Retiro) e liberados; o caso foi registrado como dano.
- A Seduc informou que o secretário Renato Feder aguardava representantes desde o dia 19, mas o grupo desmarcou as reuniões; a UPES disse que suas reivindicações não foram atendidas.
A Polícia Militar de São Paulo atuou para pôr fim à ocupação de estudantes na sede da Secretaria da Educação, na Praça da República, no centro de SP, na noite de quarta-feira, 25. A intervenção ocorreu após a invasão de um prédio público pela UPES, a União Paulista dos Estudantes Secundaristas.
Segundo a PM, havia 21 manifestantes no local, entre adultos e menores de idade. A negociação tentou resolver a saída pacífica, porém foi necessário o uso de spray de pimenta para a remoção. Não houve feridos, segundo a corporação.
Os participantes foram encaminhados ao 2º Distrito Policial (Bom Retiro) para depoimento e, posteriormente, liberados. O registro da ocorrência aponta dano ao patrimônio público, conforme orientação da autoridade policial. A Seduc informou sobre a expectativa de reunião com a UPES, marcada para datas anteriores que não foram mantidas.
Versões e contexto
A Seduc afirmou que o secretário Renato Feder aguardava a delegação da UPES desde o dia 19, mas as reuniões não ocorreram porque o grupo desmarcou. A pasta reiterou o compromisso com diálogo, educação pública de qualidade e oportunidades para todos.
A UPES disse, via CNN Brasil, que já participou de encontros com representantes da secretaria em ocasiões anteriores, com pautas construídas coletivamente. A entidade destacou que as reivindicações não foram atendidas e defendeu atuação organizada e responsável pelos estudantes.
A Secretaria reforçou que o diálogo continua como caminho para resolver as demandas, mantendo o foco na educação pública baseada em evidências. A atuação policial ocorreu apenas para garantir a ordem e a proteção do patrimônio público.
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