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Professores da rede de SP entram em paralisação nesta quinta e sexta

Professores da rede estadual de São Paulo entram em greve nesta quinta e sexta, exigindo reajuste salarial com base no piso nacional, retirada do Projeto de Lei 1316 e ampliação de vagas para EJA noturno e Educação Especial

São Paulo (SP) 24/05/2024 - Manifestação de professores com a APEOESP no MASP na avenida Paulista. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
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  • Apeosp convoca paralisação de docentes da rede estadual de São Paulo para quinta e sexta-feira, 9 e 10 de abril.
  • Reivindicações incluem reajuste salarial, piso nacional como base da carreira, valorização profissional, melhores condições de trabalho e mudanças em políticas educacionais.
  • Pauta também pede a retirada do PL 1316 (Reforma Administrativa da Educação), a revogação da Avaliação de Desempenho e a abertura de classes para ensino regular, EJA noturno e Educação Especial inclusiva.
  • O movimento destaca a devolução do confisco dos aposentados e batalha contra o PL 1316, considerado ataque à educação, segundo o presidente interino Roberto Guido.
  • Questões como a meta 17 do Plano Nacional de Educação (equiparação salarial com profissionais de nível superior) e a “plataformização do ensino” são pontos de atenção; assembleia ocorre sexta-feira, às 16h, no MASP.

O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeosp) convocou paralisação dos docentes da rede estadual para quinta e sexta-feira, 9 e 10 de abril. A medida ocorre em São Paulo e visa pressionar pela abertura de diálogo com o governo estadual.

Entre as reivindicações estão o reajuste salarial, a aplicação do piso nacional como base da carreira, valorização profissional e melhores condições de trabalho. Também há cobrança por mudanças em políticas educacionais em curso no estado.

A mobilização aborda ainda a retirada do PL 1316, que trata da Reforma Administrativa da Educação, e a revogação da Avaliação de Desempenho, considerada injusta pela categoria. Os docentes pedem abertura de classes para o ensino regular, EJA no período noturno e Educação Especial inclusiva.

Apeosp indica que a paralisação resulta de deliberação da assembleia realizada no dia 6, que também discutiu a devolução do confisco dos aposentados. A entidade ressalta que o PL 1316 representa novo ataque à educação por ampliar avaliações punitivas e remoção de professores.

Outro ponto em evidência é a meta 17 do Plano Nacional de Educação, que propõe equiparação salarial entre professores da educação básica e outros profissionais de nível superior. O movimento questiona ainda a “plataformização do ensino”, com maior integração de plataformas privadas na sala de aula.

Pauta e Demandas Principais

A organização destaca, como eixo central, a defesa de reajuste salarial e da valorização profissional, bem como a retirada de propostas consideradas prejudiciais à educação pública. A Apeosp também defende mudanças em políticas de gestão que afetem o dia a dia das escolas.

Assembleia e Encaminhamentos

Na sexta-feira, às 16h, está prevista uma assembleia no Vão Livre do MASP, na Avenida Paulista, para definir rumos da greve e próximos passos da campanha. A mobilização contínua já mobilizava docentes na sexta-feira.

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