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Profissionais da educação pública do Rio fazem paralisação nesta quinta

Profissionais da educação do Rio iniciam paralisação de 24 horas para exigir reajuste salarial, fim da minutagem e cumprimento de acordos

Professores municipais votam em assembleia, na quadra da Escola de Samba São Clemente, pela continuação da greve e contra o projeto de lei complementar que propõe mudanças no regime de trabalho e nas contratações no funcionalismo municipal (PLC 186/2024). Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
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  • Profissionais da educação pública do Rio de Janeiro vão parar por 24 horas nesta quinta-feira (9), cobrando reajuste salarial devido a perdas desde 2019 para a rede municipal e desde 2017 para a estadual.
  • Na rede municipal, assembleia às 14h na Cinelândia precede ato público; na rede estadual, assembleia às 10h no Clube de Engenharia, seguida de protesto em frente à Alerj.
  • Reivindicações principais: recomposição de perdas salariais de cerca de 24,07% (municipal) e 56% (categoria) desde os períodos mencionados; fim da minutagem; pagamento do 14º salário previsto no Acordo de Resultados de 2024; pagamento do Piso Nacional no vencimento inicial da carreira das Professoras Adjuntas da Educação Infantil; descongelamento do tempo de serviço durante a pandemia; reajuste do vale-refeição; fim da prioridade a terceirizados nas remoções.
  • Também exigem cumprimento do acordo de recomposição de 26,5% relativo a perdas de 2017 a 2021, dividido em três parcelas, sendo que apenas a primeira foi paga.
  • Pedem ainda a implementação do Piso Nacional do Magistério.

Profissionais da educação pública do Rio de Janeiro ameaçam paralisação de 24 horas nesta quinta-feira (9). Professores e funcionários das redes municipal e estadual reivindicam reajuste salarial e o fim de perdas acumuladas nos últimos anos. O movimento também inclui cobranças sobre condições de trabalho e remuneração.

Ato dos integrantes da rede municipal está marcado para as 14h na Cinelândia, com assembleia seguida de ato público. O Sepe também apresenta dados que embasam a recomposição de 24,07% para atender às perdas desde 2019, calculada em parceria com o Dieese.

Na rede estadual, a assembleia acontece às 10h no Clube de Engenharia, Centro do Rio, com protesto previsto em frente à Alerj. Os números do Sepe-Dieese indicam necessidade de reajuste de cerca de 56% sobre salários de janeiro de 2026.

Reivindicações e agenda

Entre as principais pautas, está o fim da minutagem, com horas-aula adicionais não remuneradas. Também cobram pagamento do 14º salário previsto no Acordo de Resultados de 2024 e cumprimento do piso nacional no vencimento inicial de carreira das PAEIs.

Outras medidas incluem descongelamento do tempo de serviço durante a pandemia, reajuste do Vale-Refeição e fim da prioridade a terceirizados nas remoções na rede municipal. Além disso, solicitam reparação referente ao acordo de recomposição de 26,5% com a Alerj e o governo.

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