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México cancela planos de término antecipado do ano letivo por Copa do Mundo

México recua e cancela encerramento antecipado do ano letivo por Copa do Mundo; conclusão fica para quinze de julho, após protestos de pais

A mother picks up her children from an elementary school in Mexico City. She is flanked by a smaller boy, who is carrying a backpack, and a bigger boy, who is carrying a bag in his hand. Other children are walking towards them.
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  • O governo mexicano cancelou a ideia de terminar o ano letivo mais cedo para reduzir tráfego durante a Copa do Mundo e a expectativa de onda de calor.
  • A Copa do Mundo de futebol será realizada em conjunto com os Estados Unidos e o Canadá, de 11 de junho a 19 de julho.
  • A decisão gerou protestos de pais, que disseram que o fim antecipado atrapalharia os estudos e a organização de cuidado infantil.
  • As aulas agora devem terminar em 15 de julho, e não em 5 de junho, conforme sugerido anteriormente.
  • A presidente Claudia Sheinbaum afirmou que a medida era apenas uma proposta, após consultas com pais e institutos de educação; o governo destacou garantias de segurança para torcedores.

O governo mexicano confirmou que não haverá início antecipado do fim do ano letivo. A decisão foi revertida após críticas de pais que diziam que a medida prejudicaria os estudos. O plano inicial era encerrar as aulas em 5 de junho.

A mudança buscava reduzir o tráfego durante a Copa do Mundo e enfrentar uma provável onda de calor, com o torneio a ser coorganizado pelo México, EUA e Canadá entre 11 de junho e 19 de julho. A ideia foi apresentada pela autoridade educacional.

Após a repercussão, o fim das aulas ficou marcado para 15 de julho, mantendo o calendário escolar regular até lá. A decisão foi consolidada após consultas com pais e especialistas em educação.

Repercussões e contexto

O anúncio inicial foi feito em 7 de maio pelo ministro da Educação, Mario Delgado, citando calor extremo, a Copa e outros fatores como justificativa. A data citada foi 5 de junho.

A oposição foi veementemente recebida pela União Nacional de Pais, que classificou a justificativa como inaceitável e criticou a tentativa de mudar o calendário de ensino. O tema gerou debate público.

A presidente Claudia Sheinbaum esclareceu rapidamente que a alteração era apenas uma proposta, não decisão definitiva. Ela informou que as mudanças seriam discutidas com mais participação da sociedade.

O governo manteve também o foco em segurança para a visita de torcedores estrangeiros e para a população local. Autoridades reforçaram que medidas de proteção estavam em prática.

Além disso, o governo afirmou que obras em projetos de infraestrutura seguem o cronograma. Entre eles, a conclusão das obras no estádio Azteca, na Cidade do México, e no aeroporto internacional da capital.

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