- A Agência de Saúde Pública da Suécia pediu, na segunda-feira, 1º, que pais e responsáveis evitem o uso excessivo de celulares na presença dos filhos para estimular hábitos digitais saudáveis e fortalecer a convivência familiar.
- A recomendação é deixar os aparelhos de lado durante os momentos com as crianças, usando o celular apenas quando for necessário ou quando estiverem juntos.
- Entre as dicas, estão criar bons hábitos de uso de telas, guardar o celular quando estiver com o filho e proteger a criança online, pensando antes de postar fotos ou vídeos.
- Medidas sugeridas incluem ambientes livres de telas em casa, como mesa de jantar e quarto, para favorecer a convivência e reduzir distrações.
- A agência cita pesquisas indicando que o uso frequente de telas pelos adultos pode prejudicar a qualidade das interações e que crianças tendem a reproduzir esses padrões.
A Agência de Saúde Pública da Suécia pediu que pais e responsáveis reduzam o uso de celulares na presença das crianças. A orientação busca estimular hábitos digitais saudáveis e fortalecer a convivência familiar. A recomendação foi divulgada nesta segunda-feira, 1º, na Suécia.
Segundo o órgão, o comportamento dos adultos pode influenciar os hábitos digitais dos filhos e, por consequência, a qualidade das interações dentro de casa. A campanha ressalta a importância de momentos sem telas e de um uso consciente dos dispositivos.
Recomendações para pais
É sugerido que os adultos demonstrem bons hábitos ao usar tecnologia, explicando quando é necessário consultar o celular ou realizar tarefas que envolvam o uso das telas. Isso ajuda a criança a compreender o que está sendo feito.
Para famílias com crianças pequenas, recomenda-se reservar os períodos de uso de telas para quando a criança estiver dormindo ou sob cuidado de terceiros, evitando distrações durante momentos de convivência. Além disso, zonas livres de telas devem incluir adultos, não apenas as crianças.
Pesquisas citadas pela agência indicam que o uso frequente de dispositivos pelos pais pode prejudicar a qualidade das interações. Também apontam que crianças tendem a reproduzir os padrões observados em casa, reforçando a importância de ambientes menos dependentes de telas.
Entre as medidas sugeridas estão a criação de espaços livres de telas em casa, como a mesa de jantar, visando favorecer a convivência e reduzir distrações. A psiquiatra Helena Frielingsdorf, da agência, enfatiza que pequenas mudanças na rotina podem impactar as interações presentes e os hábitos futuros das crianças.
A divulgação reforça que não basta o que é dito aos filhos, mas o que adultos fazem no cotidiano. A campanha visa orientar pais a adotar práticas mais equilibradas, contribuindo para o desenvolvimento saudável dos menores.
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