- Manifestantes da CNTE invadiram a sede da Secretaria de Educação Pública, na Cidade do México, exigindo aumento salarial e revogação da lei previdenciária.
- Segundo a pasta, houve vandalismo na guarita, entrada ao pátio e quebra de janelas no lobby; houve um pequeno incêndio, combatido por seguranças.
- A presidente Claudia Sheinbaum pediu diálogo e disse que o governo busca negociação, sem repressão às manifestações.
- A polícia bloqueia desde segunda-feira o acesso à praça do Zócalo, onde ficam o palácio presidencial e a fan fest da Copa.
- Ontem, professores derrubaram estátuas de cinco metros de jogadores de equipes participantes da Copa, sem intervenção das forças de segurança.
Os manifestantes invadiram nesta quarta-feira a sede da Secretaria de Educação Pública, na Cidade do México. O grupo dissidente da CNTE exige aumento salarial e a revogação da lei previdenciária. O governo afirma buscar diálogo e não pretende reprimir as manifestações.
Segundo relatos, houve vandalismo no local: uma guarita foi destruída, o pátio invadido e janelas do lobby quebradas. Imagens de TV mostraram um pequeno incêndio sendo combatido por seguranças.
Contexto das manifestações
O governo informou que mantém canais de negociação com as entidades representativas da educação e que pretende continuar as conversas durante a Copa do Mundo.
Professores também voltaram a sair às ruas em protesto contra as mudanças previdenciárias. Ontem, manifestantes derrubaram estátuas de cinco metros que representavam jogadores de países participantes do torneio, sem intervenção policial.
A polícia bloqueia desde segunda-feira o acesso à praça do Zócalo, onde ficam o palácio presidencial e a fan fest da Copa. Em dias anteriores, houve protestos sem a atuação das forças de segurança.
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