- Professora Janaina Mello, da Universidade Federal de Sergipe, usa robótica, holografia e inteligência artificial para ensinar história, incluindo atividades para crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista.
- O projeto SayHist, desenvolvido há mais de uma década, apresenta patrimônios culturais de Sergipe e Alagoas e já rendeu bolsa de produtividade em desenvolvimento tecnológico do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
- SayHist virou base para o PrismaTec, esforço que auxilia professores da educação básica no uso de robótica, IA e holografia no ensino de história e patrimônio cultural, com foco na inclusão de estudantes neurodivergentes.
- Com IA, imagens de museus, artesanato e manifestações culturais sergipanas são convertidas em projeções holográficas exibidas pelo robô, que se move, emite sons e interage com o público.
- O Prêmio Jovem Cientista, na 32ª edição, traz o tema Inteligência Artificial para o Bem Comum; as inscrições vão até 14 de agosto, abertas pelo site jovemcientista.cnpq.br, com patrocínio da Shell.
A professora universitária Janaina Mello, do Departamento de História da Universidade Federal de Sergipe, desenvolve robótica, holografia e IA para ensinar história e patrimônio cultural. A iniciativa já atende crianças e jovens com Transtorno do Espectro Autista, ampliando o acesso ao aprendizado.
A trajetória começou há mais de uma década com o robô SayHist, criado para apresentar conteúdos sobre patrimônios de Sergipe e Alagoas. O projeto ganhou reconhecimento com uma bolsa de produtividade em desenvolvimento tecnológico do CNPq.
O SayHist evoluiu para sustentar novas ações de robótica educacional. O objetivo é manter um modelo adaptável capaz de levar tecnologia a museus, escolas e espaços educativos, integrando holografia para enriquecer as aulas.
O PrismaTec surge como desdobramento, visando apoiar professores da educação básica no uso de IA, robótica e holografia para o ensino de história e patrimônio, com foco na inclusão de estudantes neurodivergentes.
Com IA, o projeto transforma imagens de museus, artesanato e manifestações culturais de Sergipe em projeções holográficas apresentadas pelo robô. O equipamento se movimenta, emite sons e intercala conteúdos visuais.
Para Janaina Mello, é essencial manter o olhar centrado nas pessoas, garantindo que as tecnologias sejam compreensíveis e democráticas, a serviço do aprendizado e da inclusão.
Promovido pelo CNPq em parceria com a Fundação Roberto Marinho, o Prêmio Jovem Cientista tem patrocínio master da Shell e apoio de mídia da Editora Globo e do Canal Futura. As inscrições vão até 14 de agosto.
O prêmio, em sua 32ª edição, reconhece projetos de estudantes do ensino médio ao doutorado, de todas as áreas do conhecimento, com foco em soluções inovadoras para o bem comum.
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