- Na unicamp, a greve geral começou em dezoito de maio, com ocupação do prédio da Diretoria Geral da Administração na segunda-feira.
- O movimento na unicamp envolve críticas à comunicação da reitoria, que, segundo o DCE, enviou e-mails que tentavam “chantagear” a greve, sem novas negociações formais.
- Pontos pedidos pelos estudantes que ficaram fora das negociações incluem contratação de novos docentes, conclusão de obras em andamento e auxílio-permanência sem critérios de desempenho.
- A reitoria alegou que a ocupação prejudicou serviços essenciais, como saúde, salários, bolsas, auxílios estudantis e restaurantes universitários.
- Em junho, a reitoria apresentou proposta para criar grupos de trabalho sobre bolsas de permanência e moradia estudantil em Limeira, com investimentos de até R$ 20 milhões; uma reunião entre as partes está marcada para esta quinta-feira, e a negociação na universidade de esp passou a ocorrer novamente após retratação do governo.
Na Unicamp, alunos seguem em greve desde 18 de maio. Nesta segunda, estudantes ocuparam o prédio da Diretoria Geral da Administração, órgão responsável pela gestão das atividades administrativas da instituição.
O Centro Acadêmico (DCE) afirmou que a reitoria enviou emails que tentavam pressionar a mobilização e impor o fim da greve sem novas negociações. Pontos como contratação de novos docentes, obras pendentes e auxílio-permanência ficaram de fora das tratativas.
A reitoria lamentou a ocupação, dizendo que a ação prejudica serviços essenciais, como áreas da saúde, liberação de salários, bolsas, auxílios estudantis e funcionamento de restaurantes universitários.
Retomada do diálogo na Unicamp
Na quarta-feira, 10, o DCE informou que retomou as negociações após receber da reitoria uma retratação sobre a postura considerada intransigente. A gestão propôs uma reunião para consolidar compromissos assumidos anteriormente.
A reitoria publicou, em 3 de junho, a proposta apresentada aos alunos, incluindo criação de grupos de trabalho sobre bolsas de permanência e moradia estudantil em Limeira, com investimento previsto de até 20 milhões de reais. A instituição afirmou que continuará aberta ao debate.
Uma nova reunião entre as partes está marcada para esta quinta-feira.
O caso da Unesp
Em paralelo, na Unesp, o movimento estudantil ganhou força após a reitoria suspender a homologação de concursos públicos para docentes, pesquisadores e técnicos administrativos, o que intensificou a mobilização. Não houve detalhes adicionais sobre propostas novas nessa parte da negociação.
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