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Campanha contra pobreza menstrual mancha capas de jornais sul-africanos

Campanha contra pobreza menstrual imprime manchas de sangue em capas de jornais sul-africanos, destacando que um terço das meninas não vai à escola durante a menstruação

Exemplar do jornal The Star com ação de campanha da organização sul-africana Menstruation Foundation para conscientização sobre pobreza menstrual
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  • Nos jornais The Star, The Mercury e Cape Times, de 1º de junho, apareceu uma mancha vermelha na capa para chamar atenção sobre pobreza menstrual.
  • A ação é da MENstruation Foundation, organização sem fins lucrativos da África do Sul.
  • A campanha usa o mote “O jornal pode absorver o sangue, mas não absorve a vergonha” e traz um QR Code para doações de absorventes.
  • Segundo o Unicef, uma em cada três meninas na África do Sul não vai à escola durante o período menstrual por falta de produtos de higiene.
  • Organizações da sociedade civil pedem que o Parlamento amplie medidas para enfrentar a pobreza menstrual, que afeta cerca de quatro milhões de meninas em idade escolar.

Nos jornais sul-africanos The Star, The Mercury e Cape Times, a edição de 1º de junho traz uma mancha vermelha na capa e no conteúdo. A ação faz parte de uma campanha de conscientização sobre pobreza menstrual, promovida pela MENstruation Foundation.

A mancha, que lembra sangue, acompanha o slogan O jornal pode absorver o sangue, mas não a vergonha. A iniciativa busca chamar a atenção para a falta de produtos de higiene durante a menstruação.

A campanha usa um QR Code impresso no jornal, direcionando leitores a uma página de doações para absorventes. A ação envolve organizações da sociedade civil do país.

Contexto e dados da menstruação

No país, 1 em cada 3 meninas não vai à escola durante o período menstrual por faltar higiene adequada, conforme o Unicef. Estima-se que 4 milhões de meninas recorrem a jornais e outros meios para lidar com a menstruação.

A pobreza menstrual é definida pela dificuldade de acessar itens como absorventes, coletores, água limpa e sabonete. A ONG destaca a necessidade de medidas no Parlamento para enfrentar o problema.

Organizações solicitam que comissões e o Parlamento ampliem ações concretas para reduzir a pobreza menstrual, incluindo políticas públicas que garantam acesso a itens básicos de higiene.

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