- De janeiro a novembro de 2025, foram 68.743 sentenças por violência contra a mulher, 6,57% a mais que 2024.
- O Judiciário realizou 33.562 audiências e 4.771 prisões, com aumentos de 4% e 193% respectivamente frente ao ano anterior.
- Os novos processos de violência doméstica chegaram a 71.762, alta de 2,99% em relação a 2024.
- Feminicídios chegaram a 93 neste ano, queda de 7% em relação a 2024; março teve o maior registro, com 14 mortes.
- Foram emitidas 30.934 medidas protetivas; a Cejuvida atendeu 7.740 pessoas, incluindo vítimas e filhos.
O Rio de Janeiro registrou, em 2025, aumento de ações relacionadas à violência contra a mulher. Entre janeiro e novembro, houve mais sentenças, audiências e prisões ligadas a casos de violência doméstica, segundo o Observatório Judicial de Violência contra a Mulher do TJRJ. Mesmo com altas nos indicadores, os feminicídios mostraram leve queda.
Os números apontam para um fortalecimento das políticas de enfrentamento e da atuação de estruturas especializadas. Frame de contexto aponta melhoria na rede de atendimento, com maior integração entre Judiciário, saúde, educação e sociedade civil. A pasta destaca o papel de grupos temáticos para ampliar proteção a vítimas.
Dados-chave de 2025
Entre janeiro e novembro, foram 68.743 sentenças, alta de 6,57% frente a 2024. O Tribunal realizou 33.562 audiências, aumento de 4%. Princípio de endurecimento: 4.771 prisões, frente a 4.578 no ano anterior. Novos processos somam 71.762, 2,99% acima de 2024.
Os feminicídios ficaram em 93, queda de 7 unidades no comparativo anual. Março teve o maior número de mortes (14), coincidindo com data de celebração do Dia Internacional da Mulher. Outras informações indicam 30.934 medidas protetivas de urgência.
Proteção e atuação institucional
O TJ aponta que os números refletem o fortalecimento de políticas públicas. Entre iniciativas, destacam-se grupos de trabalho sobre violência obstétrica e interseccionalidades. Os atendimentos envolvem instituições do sistema de Justiça, saúde, educação e sociedade civil.
A Cejuvida, Central Judiciária de Abrigamento Provisório, realizou 7.740 atendimentos. O serviço atua junto ao Plantão Judiciário para encaminhar vítimas e filhos a abrigos, com apoio a magistrados e delegados fora do horário forense.
Essas ações buscam oferecer proteção rápida e eficaz, integrando Judiciário, segurança pública e rede de proteção social. O objetivo é reduzir riscos e ampliar a proteção às mulheres em situação de violência no estado.
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