- Letícia Birkheuer, ex-atriz da Globo, reagiu publicamente às acusações do filho João Guilherme, 14, sobre suposta alienação parental.
- A polêmica envolve uma briga judicial que já dura mais de quatro anos e que custou mais de R$ 1 milhão; o jovem gravou vídeo pedindo que a Justiça suspenda as visitas ao Rio de Janeiro.
- Letícia afirma que o filho foi morar com o pai em São Paulo, que houve bloqueio de mensagens e mudança de comportamento do garoto, e cita que o processo é moroso.
- Sobre o episódio com o enfermeiro, João disse ter sido perseguido e agredido, enquanto Letícia nega violência e diz que o profissional apenas conteve o jovem; há registro policial sobre o ocorrido.
- A modelo tem medida protetiva contra o ex-marido e diz que a multa já supera R$ 300 mil; ela afirma ter criado o filho por 11 anos e pretende manter a guarda compartilhada.
Letícia Birkheuer, ex-atriz da Globo, reagiu nesta terça-feira (23) às acusações feitas pelo filho João Guilherme, 14, sobre conflitos familiares que envolvem o pai, Alexandre Furmanovich. O menino gravou um vídeo relatando episódios conturbados e pediu à Justiça a suspensão das visitas no Rio de Janeiro.
A modelo afirmou, em posts no Instagram, que já gastou mais de R$ 1 milhão em ações judiciais para manter o contato com o filho. João Guilherme, por sua vez, gravou vídeo justificando o desejo de ficar longe das redes e alegando constrangimento com a exposição pública.
Segundo o relato do garoto, houve um episódio envolvendo um enfermeiro contratado pela mãe durante uma visita. Ele descreveu perseguição e afirmou ter se sentido desconfortável ao ficar na casa da mãe, citando ainda que o profissional foi contratado sem legalidade.
A versão de Letícia Birkheuer
Letícia disse que a batalha judicial começou após um acidente de carro envolvendo o filho e o pai. Ela afirma ter agido para proteger o filho e sustenta que houve mora judicial de exames toxicológicos, mas sem avaliação de fio de cabelo, o que, segundo ela, ficou pendente.
A modelo garantiu que o comportamento de João Guilherme mudou após a mudança para São Paulo, atribuindo o padrão a influências do pai. Ela afirma ter assinado acordo para 10 meses de moradia com o pai, esperando um estudo social ainda não concluído por suposta morosidade judicial.
Letícia negou agressões ou troca de golpes envolvendo o enfermeiro. Contou que o profissional apenas segurou o filho para evitar que houvesse qualquer dano, com a presença de dois policiais que teriam deposto na delegacia.
Medidas legais e situação atual
A ex-mãe informou possuir medida protetiva contra o pai após agressão em São Paulo, com a qual afirma que o homem não pode se aproximar. Segundo ela, a multa por descumprimento de decisões judiciais já supera R$ 300 mil, e o contato com o filho tem ocorrido de forma muito restrita.
Letícia também expressou preocupação com a rotina do filho em São Paulo, descrevendo queda de engajamento escolar e mudança de hábitos alimentares. Ela ressaltou gastos na disputa judicial, mantendo a convicção de que tem direito à guarda compartilhada.
Panorama do caso
O caso envolve disputas pela custódia, visitas e bem-estar do menor, com desdobramentos na Justiça e relatos conflitantes entre mãe e filho. O recesso do tribunal impede, no momento, novos desdobramentos públicos até o retorno das atividades judiciárias.
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