- Jonathan Carley, de 65 anos, foi multado em Llandudno após admitir vestir-se como almirante da Royal Navy sem permissão durante o Remembrance Sunday, em 9 de novembro de 2025.
- Ele usava um uniforme que imitava o de um almirante, com medalhas compradas online e anéis de almirante, mesmo não possuindo aquele posto.
- O tribunal informou que Carley caminhou em formação, saudou o memorial e interagiu com um veterano; fotos da cena circularam nas redes.
- O juiz Gwyn Jones descreveu a ação como fria e desrespeitosa, ressaltando que ele agiu engando e não como uma pessoa autêntica.
- A punição incluiu multa de £ cinco centenas, mais £ oitenta e cinco em custas e £ duzentos de sobretaxa, totalizando quase £ oitocentos; o advogado citou saúde mental e humilhação pública.
Jonathan Carley, de 65 anos, foi multado após admitir vestir um uniforme de almirante sem permissão em um evento de Remembrance Sunday em Llandudno, no dia 9 de novembro de 2025. O traje imitava o da Royal Navy, com medalhas compradas pela internet e anéis de almirante. A organização responsável pelo evento negou que alguém com tal posto fosse participante.
Carley, residente de Harlech, na região norte do País de Gales, participou da cerimônia caminhando em formação, saudando o memorial e interagindo com um veterano. Fotos e vídeos circularam nas redes sociais, levando a polícia a investigar o caso após confirmação de que nenhum almirante deveria estar presente.
Detalhes do julgamento
No tribunal de Llandudno, Carley reconheceu ter usado o uniforme sem permissão. Foi condenado a pagar £500 de multa, mais £85 de custos e £200 de sobretaxa, totalizando quase £800. O juiz Gwyn Jones descreveu a atitude como fria e desrespeitosa, destacando a falsa posição adquirida pelo réu.
A defesa citou questões de saúde mental e física, além de humilhação pública. O advogado explicou que Carley desejava pertencer e sentir-se parte de algo, o que contribuiu para o comportamento questionado.
Contexto adicional
A promotoria informou que Carley apareceu com medalhas de conflitos recentes e chegou a se apresentar aos organizadores como alguém autorizado a participar. Ele chegou a caminhar ao lado de um veterano real durante a cerimônia do recall, o que intensificou as suspeitas e a investigação subsequente.
O caso envolveu depoimentos sobre o desejo de pertencer a um grupo, além de esclarecer que o episódio não envolveu qualquer autorização oficial ou credencial militar válida. O incidente gerou debate sobre o uso de uniformes e símbolos de forças armadas em eventos cívicos.
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