- O conselho Westmorland and Furness recomenda a recusa do plano para uma fazenda solar e armazenamento de energia em cerca de 30 hectares perto de Shap, Cumbria, com operação prevista de quarenta anos e capacidade de vinte e seis megawatts de solar e dez megawatts de armazenamento.
- Oposição inclui 230 objeções por escrito e petição com 252 assinaturas; o Shap Parish Council também é contra o projeto.
- Motivo da recusa: trata-se de um “desenvolvimento de grande porte de tipo industrial” com custo ambiental desproporcionadamente alto em uma área de campo ondulado, além de preocupações com fauna e terras agrícolas produtivas.
- Os apoiadores argumentam que a fazenda solar apoia a política energética nacional, criaria empregos locais e teria impacto visual atenuado para se integrar à paisagem.
- A decisão final caberá aos vereadores na reunião marcada para quinta-feira.
O plano para uma fazenda solar com armazenamento em bateria, proposto pela Abei Energy Ltd, recebeu recomendação de rejeição pelos responsáveis pelo planejamento do Westmorland and Furness Council. O projeto ocuparia cerca de 30 hectares perto de Shap, em Cumbria, e prevê uma fazenda solar de 26 MW aliado a um sistema de armazenamento de 10 MW, com operação prevista por 40 anos.
A decisão está nas mãos dos vereadores, que devem votar na reunião marcada para quinta-feira. O órgão avaliou que a proposta causaria danos significativos à qualidade e ao caráter da paisagem local.
Ao todo, a prefeitura recebeu 230 objeções por escrito e uma petição com 252 assinaturas, além de três cartas de apoio ao empreendimento. As contestações destacaram impactos sobre a fauna e a perda de terras agrícolas produtivas.
Visão dos apoiadores
Os defensores da ideia argumentam que a paisagem já sofre com a circulação da M6 e que o projeto se alinha à política energética nacional, com solar como componente-chave da transição para fontes renováveis. Eles também apontam a geração de empregos locais e impactos visuais que poderiam ser mitigados.
A equipe técnica do conselho sustentou a recomendação de rejeição, classificando o plano como um desenvolvimento de perfil industrial em área rural ondulada, com custo ambiental desproporcional. A avaliação enfatizou impacto negativo significativo sobre o ambiente local, justificando o indeferimento.
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