- Em 2018, um incêndio atingiu cerca de 73 mil hectares do Território Indígena Santana, no Cerrado, Brasil.
- A demora da resposta das autoridades deixou a comunidade Bakairi sem apoio suficiente.
- A experiência levou à criação de uma brigada de combate a incêndios formada por voluntários, em sua maioria mulheres indígenas.
- A Brigada atua na prevenção, no combate direto aos focos de fogo e na educação ambiental da comunidade.
- A iniciativa é vista como uma transformação na gestão de incêndios na região, fortalecendo a autonomia local.
Em 2018, um incêndio atingiu 73 mil hectares do território indígena Santana, localizado no Cerrado brasileiro. A Bakairi esperou por respostas de autoridades, que chegaram com atraso, diante da devastação causada pelo fogo.
Essa experiência serviu de ponto de virada para a comunidade. Trabalhadores locais se reorganizaram para criar uma brigada de incêndio voluntária, formada principalmente por mulheres indígenas, entre elas Mariana.
Atualmente, a brigada liderada por mulheres indígenas atua na região para conter incêndios, atender emergências e proteger áreas de mata, moradias e meios de subsistência locais.
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