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Controvérsia envolve o fechamento do Museu Irma Stern, África do Sul

Fechamento do Irma Stern Museum, após 56 anos de parceria, desperta indignação e dúvidas sobre transparência e destino das obras

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
The Irma Stern Museum opened in the artist's former house and studio in 1971, six years after her death
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  • O Museu Irma Stern, em Cidade do Cabo, foi fechado no ano passado após o rompimento de 56 anos entre a Universidade da Cidade do Cabo e o Irma Stern Trust.
  • A universidade disse que o fechamento foi operacional e que o acordo foi cancelado, com a coleção sendo transferida para outro depósito e The Firs, reimaginado.
  • A decisão gerou indignação e desconfiança, com críticas à falta de transparência e à comunicação tardia sobre o que ocorria com o museu e os funcionários.
  • A relocação das obras está a cargo do Nedgroup Private Wealth, em um depósito no Edifício Clocktower, no V&A Waterfront, em Cabo, e pode levar meses para ser concluída.
  • Em 2022, uma venda de arte organizada pela Strauss & Co levantou cerca de 22 milhões de Rand para a preservação do museu; o Nedgroup afirmou que os recursos foram investidos para administrar The Firs e que haverá novas ações e parcerias futuras.

A controvérsia envolve o fechamento, no ano passado, do Irma Stern Museum (ISM), em Cape Town, criado em 1971 para celebrar a artista sul-africana Irma Stern. A decisão ocorreu após 56 anos de parceria entre a Universidade da Cidade do Cabo (UCT) e o Irma Stern Trust, com promessas de renovação e mudanças no destino da coleção.

O ISM ficou conhecido por manter parte das salas intactas, especialmente o ateliê de Stern, e pela guarda da coleção sob administração do UCT em favor dos curadores e do público. A notícia da conclusão da parceria disparou críticas e dúvidas sobre o futuro do museu.

O que ocorreu e quem está envolvido

A universidade e o Irma Stern Trust anunciaram, em outubro, o fim da colaboração para abrir caminho a uma nova fase. As obras serão realocadas para um depósito e The Firs, em Rondebosch, terá uso repensado, segundo o comunicado conjunto na ocasião.

A instituição Nedgroup Private Wealth, antigo Nedbank, passou a administrar o fundo e informou que a realocação já começou. O objetivo é manter a coleção e adequar The Firs a um novo formato de uso, com planos de exibição, parcerias e branding ainda em desenvolvimento.

Quando, onde e por quê

A mudança ocorre após a divulgação pública de que o acervo seria movido para um novo armazenamento no V&A Waterfront, no prédio Clocktower da Nedbank. A substituição do espaço tem sido apresentada como parte de uma “nova casa” para a coleção e o edifício histórico.

Em 2022, uma venda de arte organizada pela Strauss & Co. gerou cerca de 22 milhões de Rand para a preservação do museu. A transferência das obras e o redesenho do espaço visam consolidar a gestão da Irma Stern Collection e The Firs, com futuras exposições e parcerias.

Desdobramentos e perspectivas

A comunidade e especialistas pedem maior transparência sobre a gestão dos recursos e o cronograma da reabertura. Frank Kilbourn, ex-vice-presidente do comitê do ISM, sugeriu diálogo mais amplo entre Nedbank, trustees e lideranças do setor para avaliar alternativas à crise.

A Nedgroup informou que os recursos do leilão de 2022 estão aplicados e que a continuidade da coleção e de The Firs depende de acordos futuros. Uma atualização formal está prevista para anunciar estruturas de gestão e governança.

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