- O escritor e diretor Manoel Carlos morreu aos 92 anos; a causa da morte não foi confirmada até o momento.
- A produtora Boa Palavra, de Júlia Almeida, confirmou o falecimento. Ele convivia com limitações decorrentes do Parkinson desde 2018.
- O governador Cláudio Castro disse que o Rio perdeu “um dos maiores apaixonados” e ressaltou o legado dele na teledramaturgia brasileira.
- O prefeito Eduardo Paes chamou Manoel Carlos de “um dos maiores cronistas do jeito de ser carioca” e enviou condolências aos familiares.
- Entre os trabalhos mais conhecidos estão Em Família (2014), Baila Comigo (1981), Por Amor (1997), Laços de Família (2000) e Mulheres Apaixonadas (2003).
Manoel Carlos, aos 92 anos, morreu nesta terça-feira. A produtora Boa Palavra, dirigida por Júlia Almeida, confirmou o falecimento. A causa não foi divulgada até o momento. O escritor e diretor enfrentava limitações de saúde desde 2018 por causa do Parkinson.
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, lamentou a perda. O político classificou Manoel Carlos como “um contador de histórias inigualável” e um dos mais importantes nomes da teledramaturgia. Castro ressaltou que o legado do dramaturgo permanecerá na cultura brasileira.
O prefeito do Rio, Eduardo Paes, também se manifestou. Paes o descreveu como um dos maiores cronistas do jeito de ser carioca e enviou condolências aos amigos e familiares. A prefeitura não detalhou nenhuma homenagem neste momento.
A obra de Manoel Carlos ganhou projeção nacional ao longo de décadas. Entre seus trabalhos mais lembrados estão as novelas Laços de Família, Mulheres Apaixonadas, Por Amor, Baila Comigo e Em Família, última exibida pela Globo em 2014.
Carreira e legado
Sua produção marcou gerações, com tramas que valorizavam costumes e a identidade do Rio de Janeiro. A produção da Boa Palavra informou que Manoel Carlos deixa um legado artístico importante para a teledramaturgia brasileira. Outros títulos da autora e do diretor também são lembrados por público e crítica.
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