- Isabel Veloso, 19 anos, morreu na manhã de sábado decorrente de complicações de um câncer detectado aos 15 anos.
- O pai, Joelson Veloso, compartilhou uma mensagem da filha nas redes, em que ela falava de respirar, viver e amar por quem não pôde.
- Antes de confirmar a morte, Joelson publicou uma nota acusando o Hospital Erasto Gaertner, em Curitiba (Paraná), de negligência na UTI.
- Ele pediu atendimento integral, atenção constante e responsabilidade da equipe médica, afirmando que Isabel era mais que um caso clínico.
- A publicação gerou solidariedade entre seguidores, que destacaram a coragem de Isabel e mencionaram o filho do casal, Arthur, de um ano.
Isabel Veloso, de 19 anos, morreu na manhã deste sábado após lutar contra um câncer iniciado aos 15. O pai, Joelson Veloso, compartilhou uma mensagem da filha em que ela falava sobre respirar, viver e amar por ela mesma. A publicação emocionou seguidores nas redes sociais.
A influenciadora tratava o câncer publicamente desde o começo do tratamento, o que tornou o caso conhecido entre o público que a acompanhava online. Amigos e familiares deixaram mensagens de apoio e de homenagem à jovem, reconhecendo sua força durante o tratamento.
Antes de confirmar a morte, Joelson divulgou uma nota de esclarecimento na qual mencionou preocupações com a condução do tratamento na unidade de terapia intensiva do Hospital Erasto Gaertner, em Curitiba. Ele afirmou que a equipe de hematologia não recebia o acompanhamento adequado diante do quadro de Isabel.
A família pediu providências urgentes e enfatizou a necessidade de atenção integral para a paciente, apontando falhas percebidas na assistência oferecida. O pai ressaltou que Isabel era mais que um caso clínico e que sua recuperação exigia responsabilidade, respeito e humanidade.
Isabel deixa um filho de um ano, Arthur, fruto de relacionamento com Lucas Borbas. Diversos seguidores destacaram a coragem da jovem e desejaram força à família neste momento de luto. As mensagens respectivas ressaltaram o impacto positivo de seu testemunho.
O caso traz à tona o debate sobre a qualidade do atendimento em UTIs e a comunicação entre equipes de hematologia e demais setores hospitalares. Não há, até o momento, informações adicionais sobre investigações ou desdobramentos oficiais.
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