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Policial desaparecido é levado ao tribunal do crime, afirma investigação

Investigações indicam que o PM Fabrício Gomes de Santana foi levado a um "tribunal do crime" após discussão; carro carbonizado é referência e buscas continuam

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Cabo PM Fabrício Gomes de Santana está desaparecido desde a tarde de quinta-feira (8)
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  • PM Fabrício Gomes de Santana, de 40 anos, está desaparecido desde a quarta-feira após discussão com um homem ligado ao tráfico na zona sul de São Paulo, e teriam conduzido ele a um chamado “tribunal do crime”.
  • O Ford Ka do policial foi encontrado carbonizado na tarde de quinta-feira em Itapecerica da Serra, região metropolitana de São Paulo.
  • Três pessoas foram presas até o momento; um depoimento aponta que, ao chegarem, foram confrontados por um homem conhecido como “Gato Preto” e Fabrício foi levado a uma área dominada pelo tráfico, chamada “biqueira”.
  • Segundo o relato, Fabrício foi separado do colega e ficou sob o controle do grupo por cerca de duas horas, com perguntas sobre se o PM estaria armado; houve a possibilidade de morte mencionada por um integrante.
  • A Polícia Militar realiza buscas com mergulhadores no Parque Paraíso, em Itapecerica da Serra, para localizar o corpo.

A investigação sobre o desaparecimento do policial militar Fabrício Gomes de Santana, de 40 anos, aponta que ele foi levado a um chamado conhecido como “tribunal do crime” após uma discussão com um homem ligado ao tráfico na zona sul de São Paulo. Fabrício está desaparecido desde quarta-feira (7), e três pessoas já foram presas por suspeita de envolvimento no caso.

Ainda segundo as apurações da Secretaria da Segurança Pública, o policial estava de férias quando ocorreu a desavença na Avenida dos Funcionários Públicos. Horas depois, ele se encontrou novamente com o mesmo homem em uma adega da região. Desde então, o paradeiro permanece desconhecido. Na tarde de quinta-feira (8), o Ford Ka do policial foi encontrado carbonizado em Itapecerica da Serra, na Grande SP.

Depoimento e linha de investigação

Um dos presos relatou que, junto com Fabrício, eles foram abordados por um homem conhecido como “Gato Preto”, que mencionou a repercussão da discussão envolvendo o policial. Segundo o relato, Fabrício demonstrou nervosismo e seguiu para uma área dominada pelo tráfico, a chamada “biqueira”.

No local, teriam sido recebidos por cerca de seis pessoas e imediatamente separados. Ainda conforme o depoimento, foram perguntados se Fabrício estava armado; dois revólveres foram retirados do policial. O depoimento registra que o policial ficou sob controle de um grupo por cerca de duas horas de questionamento.

Foi informado que, em determinado momento, um dos envolvidos afirmou que Fabrício seria morto. Ao ser liberado, o depoente ouviu que o policial já estaria morto e percebeu que o veículo não estava mais no local.

A polícia continua as investigações para confirmar o fim do destino de Fabrício. Neste sábado (10), buscas com mergulhadores foram realizadas na região do Parque Paraíso, em Itapecerica da Serra, onde, segundo informações de um dos suspeitos, o corpo poderia ter sido jogado.

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