- Em quarenta e seis mil presos deixaram as cadeias brasileiras no fim do ano passado, e quase dois mil não retornaram.
- O dado representa uma queda de 4,4% em relação ao ano anterior.
- A maioria saiu por decisão judicial ou por cumprimento de pena em regime aberto.
- A reincidência entre quem não retornou ao sistema é baixa.
- A liberação é vista como forma de desafogar o sistema penitenciário e promover a ressocialização, com necessidade de acompanhamento e políticas de reinserção social.
46 mil presos deixaram cadeias brasileiras no fim do ano, com quase 2 mil não retornando ao sistema penitenciário. O dado é parte de levantamento do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). O relatório aponta que a maior parte dessas liberdades ocorreu por decisão judicial ou pelo cumprimento de pena em regime aberto.
A pesquisa revela uma queda de 4,4% no total de indivíduos que deixaram unidades prisionais em comparação ao ano anterior. Entre os que não voltaram, a maior parcela já cumpriu pena em regime aberto ou teve liberdade provisória. O estudo destaca que a reincidência entre esse grupo é baixa.
O Depen enfatiza que a liberação de presos auxilia o desengargalamento do sistema prisional e incentiva a ressocialização. Por outro lado, reforça a necessidade de acompanhamento e políticas de reinserção social para evitar novos delitos.
Perfil dos que não retornaram
- A maioria dos liberados não retornou ao sistema por cumprimento em regime aberto ou por liberdade provisória.
- A reincidência entre esses indivíduos é considerada baixa pelo levantamento.
Entre na conversa da comunidade