- Cinco artistas foram escolhidos como finalistas do Prix Marcel Duchamp, maior prêmio de arte da França, no valor total de €90 mil, com €35 mil para o vencedor.
- Os indicados são Joël Andrianomearisoa; a dupla David Brognon e Stéphanie Rollin; a fotógrafa Laura Henno; e a artista multidisciplinar Josèfa Ntjam.
- A exposição do prêmio, que normalmente aconteceria no Centre Pompidou, será realizada no Musée d’Art Moderne de Paris, de 2 de outubro de 2026 a 14 de fevereiro de 2027, por o espaço estar fechado por quatro anos.
- O processo de julgamento é demorado e envolve o Conselho da Difusão Internacional da Arte Francesa (ADIAF); este ano integram o júri Kader Attia, Berlinde de Bruyckere e Christophe Leribault.
- O prêmio, criado em dois mil, já consagrou vencedores como Gaëlle Choisne (2024), Cyprien Gaillard (2010) e Tatiana Trouvé (2007); a decisão sobre o vencedor da vigésima sexta edição será anunciada em 22 de outubro.
Três artistas foram classificados para concorrer ao Prix Marcel Duchamp, o maior prêmio de arte da França. A shortlist reúne Joël Andrianomearisoa, da Madagascar, o duo David Brognon e Stéphanie Rollin (baseados em Paris e Luxemburgo), a fotógrafa Laura Henno e a artista multidisciplinar Josèfa Ntjam. O prêmio total soma €90 mil, sendo €35 mil destinados ao vencedor.
Tradicionalmente, o vencedor recebe também uma exposição no Centre Pompidou. Como o espaço ficará fechado pelos próximos quatro anos, a mostra do prêmio ocorrerá no Musée d’Art Moderne de Paris, de 2 de outubro de 2026 a 14 de fevereiro de 2027.
A comissão de avaliação é conduzida pela ADIAF, fundada para difundir a arte francesa. Entre os jurados estão o artista Kader Attia, último ganhador, a escultora Berlinde De Bruyckere e Christophe Leribault, presidente do Museu de História de Versailles.
Entre na conversa da comunidade