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Novo chefe da GOG reafirma compromisso anti-DRM, mesmo com queda de vendas

Novo dono da GOG reafirma compromisso anti-DRM, mesmo diante de perdas em vendas AAA, mantendo jogos da CD Projekt no catálogo por ao menos seis anos

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
The GOG logo on a background of games.
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  • No final de 2025, a loja de PC GOG foi vendida pela CD Projekt Red ao CD Projekt e ao cofundador Michał Kiciński, que volta a comandar a empresa.
  • Mantém o compromisso histórico anti-DRM, sem sinal de abrir mão dessa posição, mesmo que isso reduza vendas de jogos AAA.
  • O foco continua em jogos clássicos e em parcerias com desenvolvedores independentes, com lançamentos simultâneos em GOG e Steam.
  • Como parte da negociação, jogos da CD Projekt permanecerão na GOG por pelo menos seis anos.
  • Kiciński afirma que anti-DRM é um valor central e destaca oportunidades de crescimento, criticando decisões de certas grandes empresas.

GOG, lojinha de jogos antes conhecida como Good Old Games, passa a ter novos donos: CD Projekt e o cofundador Michał Kiciński anunciaram a conclusão da venda no fim de 2025. A aquisição torna a loja independente da DP R&D e mantém o foco em jogos sem DRM. A decisão valoriza o posicionamento histórico da plataforma.

Kiciński, que fundou a GOG há cerca de 18 anos, participou da negociação após um processo de licitação. Em entrevista à GI.biz, ele afirmou que vê oportunidades de crescimento para a loja, mesmo diante de um mercado com o Steam dominante. A meta não é copiar a Steam, e sim sobressair em nichos específicos.

Desde o seu início, a GOG se destacou por vender títulos clássicos sem DRM, defendendo uma experiência sem restrições. A nova gestão promete manter esse compromisso, mesmo com a loja aberta a jogos de desenvolvedores independentes. Também ficou acordado que os jogos da CDPR continuarão disponíveis na GOG por pelo menos seis anos.

No sentido estratégico, Kiciński destaca que o desafio não é competir diretamente com a Steam, mas ampliar a atratividade em segmentos específicos. Exemplos citados incluem parcerias com autoras independentes e lançamentos simultâneos com a Steam, como ocorreu com certos títulos. A proposta é fortalecer a curadoria de jogos clássicos e parcerias com estúdios menores.

A manutenção da política de DRM zero foi reiterada pelo novo proprietário. Segundo ele, esse valor é essencial tanto do ponto de vista ético quanto prático. Questionamentos sobre mudanças nessa linha não foram indicados pela direção da empresa.

A entrevista completa aborda detalhes da venda, estratégias futuras e o raciocínio por trás da escolha de manter o compromisso com a qualidade da loja. As informações aparecem em GI.biz, em seguida aos dados oficiais sobre a conclusão do negócio.

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