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Irmãos que acusam abuso por Michael Jackson vão ao tribunal disputar arbitragem

Cascios buscam anular acordo com o espólio de Michael Jackson, visando processo público e contestando confidencialidade e cláusulas de arbitragem

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Michael Jackson appears outside the courtroom at the Santa Maria Courthouse during a break in his child molestation trial May 23, 2005
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  • Em Beverly Hills, Frank Cascio e familiares contestam a tentativa da propriedade de Michael Jackson de manter suas ações em arbitragem confidencial, buscando anular o acordo público alegadamente para silenciar vítimas de abuso infantil.
  • Os Cascio acusam Jackson de ter os influenciado por décadas — desde o final dos anos oitenta até a morte, em 2009 — e buscam invalidar o suposto acordo com a empresa do artista.
  • A defesa afirma que o acordo de janeiro de 2020 foi renegociado com mais dinheiro adiantado e que o processo público violaria cláusulas de arbitragem e confidencialidade; sustenta também que houve extorsão de 213 milhões de dólares no ano passado.
  • O advogado da família, Mark Geragos, diz que os irmãos foram coagidos a assinar os acordos e aponta que as transações incluem cláusulas de confidencialidade ilegais para ocultar abusos sexuais; o juiz ainda não decidiu sobre a obrigatoriedade da arbitragem.
  • Após a audiência, a família saiu sem fazer declarações; uma nova sessão para tratar do segredo de documentos está marcada para 5 de março.

O caso envolve Frank Cascio, seus pais e irmãos, que foram a um tribunal de Beverly Hills nesta quarta-feira para contestar uma tentativa da herança de Michael Jackson de manter as denúncias em segredo por meio de arbitragem.

Os Cascio alegam que Jackson os teria preparado, manipulado e abusado sexualmente por décadas, de meados dos anos 1980 até a morte dele, em 2009. O objetivo é invalidar um acordo firmado com a estates que, segundo eles, seria uma solução para silenciar vítimas de abuso.

O processo em curso busca tornar pública uma ação judicial contra a herança, contestando a confidencialidade do acordo inicial. O tribunal ainda não deu um despacho definitivo sobre a petição para forçar a arbitragem.

Argumentos da defesa e da acusação

Marty Singer, advogado da herança, afirmou que o grupo assinou um acordo em janeiro de 2020, que foi reaberto por mais dinheiro adiantado, e hoje visa apresentar uma ação pública que violaria cláusulas de confidencialidade.

Mark Geragos, representante dos Cascio, argumentou que o processo foi acelerado para explorar o choque emocional dos irmãos diante das descobertas. Ele sustenta que os acordos foram forçados em meio a vulnerabilidade.

Contudo, a defesa sustenta que as vítimas assinam acordos para encerrar litígios de forma confidencial, mantendo direitos e mecanismos de resolução. O caso já envolve pedidos de manter parte dos documentos sob sigilo.

Desdobramentos e próximos passos

Geragos afirmou que, se o juiz aceitar a posição conservadora da defesa, o caso poderá seguir para arbitragem. Os Cascio consideram recorrer se a arbitragem for imposta.

Histórico relevante

Entre as alegações apresentadas, há relatos de encontros com Jackson em locais como Las Vegas, segundo documentos apresentados pelos Cascio. Também há menções a instruções para evitar a presença de advogados durante reuniões.

Contexto processual

A disputa ganhou contornos após a divulgação de acusações de abuso sexual de infância. O processo envolve questões de coação, confidencialidade e validade de acordos realizados em momentos de trauma.

Situação atual

Ao final da audiência, os Cascio deixaram o tribunal sem falar com a imprensa. Uma audiência subsequente sobre o segredo de documentos ficou marcada para 5 de março.

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