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Lehmann Maupin inaugura espaço permanente em No 9 Cork Street, Mayfair

Lehmann Maupin assume espaço permanente no No. 9 Cork Street, Mayfair, primeira inquilina fixa do hub da Frieze, com três a quatro exposições ao ano

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Frieze No 9 Cork Street
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  • Lehmann Maupin tem espaço permanente no primeiro andar do No. 9 Cork Street, em Mayfair, com três a quatro exposições anuais no espaço do térreo.
  • O espaço superior funcionará como área de apresentação permanente, alinhado a instituições e outras galerias; a inauguração é com Billy Childish.
  • Exposições futuras incluem a fotógrafa Catherine Opie, para coincidir com a exposição na National Portrait Gallery; a galeria pretende ampliar o mercado secundário a partir dessa base.
  • No piso de baixo, a galeria consolidou reserva de três mostras neste ano, começando em vinte e seis de fevereiro com Freya Douglas-Morris, com obras entre £40.000 e £60.000.
  • Em abril e maio haverá shows de Anna Park (Nova York) e, em setembro, Teresa Solar Abboud; Mary Cork passou a atuar como diretora sênior em Londres.

Lehmann Maupin passa a ter espaço permanente no No 9 Cork Street, em Mayfair, Londres, consolidando-se como primeiro inquilino fixo ao longo do ano no polo de galerias administrado pela Frieze. A casa londrina da galeria terá entre três e quatro exposições anuais no piso térreo.

A parceria, anunciada pela sócia da Lehmann Maupin, Isabella Icoz, reforça a atuação da galeria na Europa. Icoz destaca que, embora Nova York seja a referência, Londres e o Reino Unido são estratégicamente importantes para o espaço.

O esquema de funcionamento prevê Muhammad: a área upstairs refletirá mostras de instituições, de outras galerias e de eventos afins. A estreia ocorre com Billy Childish, artista com mostra também em Nova York. No futuro, Catherine Opie está prevista para coincidir com a exposição na National Portrait Gallery de Londres.

Detalhes da programação

Para a área downstairs, a Lehmann Maupin reservou o espaço de forma quase exclusiva, com três exposições previstas para este ano, alinhadas aos picos sazonais de Londres. A abertura, em 26 de fevereiro, apresenta Freya Douglas-Morris, nova artista no elenco da galeria, com entre 40.000 e 60.000 libras em peças.

Entre abril e maio, a galeria mostrará Anna Park, artista baseada em Nova York e nascida na Coreia. Em setembro, a programação destaca Teresa Solar Abboud, de Madrid, cuja escultura Tongues, em grande escala, ficou famosa na frente do Hayward Gallery.

Isabella Icoz comenta que a estratégia busca evitar sobrecarga de feiras e exposições institucionais, mantendo as galerias em Nova York e Seul ativas. A prioridade é apresentar trabalhos novos em Londres, sempre com curadoria criteriosa e conteúdo relevante para o público.

Mary Cork, ex-Stephen Friedman, ingressou como diretora sênior da Lehmann Maupin em Londres, fortalecendo a equipe local. A mudança de foco em Londres foi anunciada após a experiência de 2020 em Cromwell Place, que passou a funcionar mais como hub de restaurantes.

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