- O britânico Patrick Elliott foi anunciado como novo curador de pinturas modernas da National Gallery, em Londres, começando no fim de março.
- Elliott chega após 36 anos na National Galleries of Scotland, em Edimburgo, onde foi curator-chefe de arte moderna e contemporânea.
- A nomeação faz parte do Project Domani, plano de expandir a coleção da galeria para o século XX e XXI.
- A galeria pretende arrecadar £ 750 milhões para a construção de um novo ático para abrigar obras dessa faixa temporal, com inauguração prevista para início dos anos 2030.
- A estratégia de aquisição envolverá colaborações, sobretudo com a Tate, para ampliar a coleção além de 1900.
O Museu Nacional da Galeria de Londres anunciou a nomeação de Patrick Elliott como novo curador de pinturas modernistas. A posse faz parte do Projeto Domani, que mira expandir a coleção para o século XX e XXI. Elliott assume no fim de março.
Ele chega após 36 anos na National Galleries of Scotland, em Edimburgo, onde atuou como curador-chefe de arte moderna e contemporânea. A experiência anterior destaca o foco dele em acervos amplos e de ponta.
A decisão sinaliza a intenção de ampliar o recorte temporal da coleção, indo além do limiar de 1900. O diretor Gabriele Finaldi afirmou que a estratégia ocorrerá em parceria com a Tate, tradicional pela coleta de arte internacional anterior ao século XX.
Papel de Elliott na nova fase
O curador vai desenvolver a coleção de pinturas pós-1900 por meio de aquisições, trocas institucionais — especialmente com a Tate —, doações e empréstimos de longo prazo. Ele assume o cargo no final de março.
Na National Galleries of Scotland, Elliott adquiriu obras de Jenny Saville, Wangechi Mutu, Damien Hirst e Peter Doig. Também participou de aquisições de grandes coleções surrealistas em 1995.
Conforme nota oficial, Elliott objetiva reunir obras modernas de alto padrão, capazes de competir com remanescentes de mestres como Rembrandt e Titia. O desafio é visto como empolgante pela instituição.
Panorama do projeto e próximos passos
O movimento de expansão inclui a construção de uma nova ala para abrigar obras do século XX e XXI. A estimativa de captação para o projeto é de 750 milhões de libras, com inauguração prevista para a década de 2030, no local de St Vincent House.
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