- Claude Troisgros, chef franco-brasileiro que completará setenta anos em 2026, deixou a sociedade de negócios em São Paulo para mirar o Rio de Janeiro, a família e novos projetos.
- No Leblon, ele comanda o Madame Olympe, ao lado da chef Jéssica Trindade, buscando naturalmente uma estrela Michelin e manter a alta gastronomia em foco.
- O chef planeja uma viagem mundial de moto, com dois meses bloqueados, partindo da França em direção à Turquia e seguindo pela Ásia Central no próximo ano.
- Além de restaurantes, ele comenta a evolução da gastronomia brasileira, valorização de produtores locais e impactos de modas, IA e sustentabilidade de água.
- O objetivo é manter bem‑estar, cuidar da família e do legado, avaliando novidades e possibilidades no Rio, com continuidade de consultorias em Salvador e Goiânia.
Claude Troisgros, chef franco-carioca, vive um momento de leveza e maturidade aos 70 anos. Ele deixou a sociedade de negócios em São Paulo para direcionar o foco ao Rio de Janeiro, à família e a um novo sonho: viajar o mundo de moto.
O chef esteve à frente do Madame Olympe no Leblon, buscando manter a operação criativa e a aspiração de obter uma estrela Michelin, ao lado de Jéssica Trindade. Paralelamente, planeja uma volta ao mundo em duas rodas, em uma jornada solo de moto.
Ele também mantém atuação em Salvador e Goiânia, com consultorias e cardápios, e afirmou que o Brasil hoje inspira chefs estrangeiros pela criatividade e pelos produtores locais. A prioridade é o equilíbrio entre negócios, família e projetos pessoais.
O momento atual e os projetos
Troisgros descreve o estágio atual como de crescimento estável, saúde e decisões mais deliberadas. Além do Madame Olympe, o restaurante no Leblon, ele trabalha em projetos digitais e um podcast futuro.
Entre planos, o retorno ao cenário de alta gastronomia é visto como natural. A meta é consolidar o Madame Olympe como referência criativa, com o objetivo de manter o legado da família Troisgros e alcançar reconhecimento internacional.
Viagens e visão de mercado
O astro está atento às viagens de moto, com roteiros que incluem etapas pela África, Andes e áreas remotas da América do Sul. A ideia é combinar gastronomia, produtos locais e cultura de mercados com a prática de viagens longas.
Sobre o cenário brasileiro, ele destaca a evolução de produtos nacionais, o fortalecimento de pequenos produtores e a atuação de chefs criativos que valorizam o ingrediente sem seguir modas passageiras.
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