- Casey Wasserman anunciou que vai vender sua empresa de talentos após a divulgação de mensagens envolvendo Ghislaine Maxwell no material do Departamento de Justiça relacionado a Jeffrey Epstein.
- Vários clientes, entre eles Chappell Roan e Abby Wambach, encerraram vínculos com a agência após o escândalo.
- A operação diária ficará com o vice-presidente Mike Watts, enquanto Wasserman diz que dedicará total atenção à candidatura de Los Angeles aos Jogos Olímpicos de 2028.
- O comitê organizador dos Jogos em Los Angeles informou que Wasserman cooperou com a revisão e que a relação dele com Epstein e Maxwell não foi além do já documentado publicamente.
- Wasserman pediu desculpas aos funcionários pela disturbances causadas por erros pessoais do passado; outros nomes ligados ao Epstein ou Maxwell já anunciaram afastamentos de cargos e parcerias.
Casey Wasserman colocou sua agência de talentos à venda após vir à tona, em documentos do governo, ligações com Ghislaine Maxwell no período ligado a Jeffrey Epstein. A notícia chegou após o afastamento de clientes do escritório.
A novidade foi confirmada pelo próprio Wasserman na sexta-feira, afirmando que a agência seria colocada à venda em função de “erros pessoais passados” e para não se tornar uma distração ao trabalho. Mike Watts deve gerenciar as operações diárias.
A revelação ocorreu após o vazamento de mensagens antigas com Maxwell, datadas de 2003, que causaram repercussão entre artistas representados. Wasserman afirmou que não mantinha relação pessoal ou comercial com Epstein.
Contexto e desdobramentos
Diversos clientes anunciaram deixar a firma ou interromper vínculos, incluindo Chappell Roan, Abby Wambach, Dropkick Murphys, John Summit, Orville Peck e Weyes Blood. Roan destacou a necessidade de representação alinhada a valores.
A imprensa reportou que Wasserman coopera com investigações e que a postura da organização de Los Angeles para os Jogos Olímpicos de 2028 permanece firme, com a cidade buscando um evento que reflita seu padrão. A comissão de LA28 reiterou que o assunto é levado a sério.
Wasserman pediu desculpas aos funcionários, reconhecendo o impacto de seus erros passados. Ele enfatizou que não houve relação pessoal ou comercial com Epstein, apenas vínculos documentados publicamente, conforme apurado pela comissão olímpica.
Outros nomes do meio corporativo e do mundo jurídico também tomaram medidas após a divulgação de e-mails envolvendo Epstein e Maxwell, demonstrando pressão pública sobre relações passadas ligadas ao caso.
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