- A PS6 pode ser atrasada para 2028 ou 2029 devido à crise de memória, segundo a Bloomberg, citando fontes familiarizadas com o planejamento da Sony.
- O atraso poderia afetar a estratégia de migração dos usuários do PS5 para o novo hardware.
- Especulações sobre as especificações sugeriam manter o preço entre $400 e $600, em vez de faixas mais altas.
- A Sony também enfrenta riscos relacionados à disponibilidade de memória ao planejar a próxima geração de consoles.
- A situação ocorre em meio a incertezas sobre o preço de outros consoles, como o Switch 2, com possibilidade de reajuste de valor devido à escassez de memória.
O lançamento do PS6 pode ser atrasado por vários anos devido ao aumento de custos de memória, segundo a Bloomberg. A reportagem cita duas fontes familiarizadas com a reflexão da Sony sobre o tema. O atraso seria parte de uma estratégia para gerenciar o custo.
A memória cara tem impactado fornecedores e produções de consoles, já tendo atrasado pedidos de Steam Machine e alimentado especulações sobre o PS6. A Bloomberg aponta que a Sony considera adiar o lançamento para 2028 ou 2029.
Os rumores indicam que o PS6 manteria preço acessível, ainda que eleve o desempenho, em meio à artilharia de consoles com margens reduzidas. A ideia seria evitar o efeito de um salto de preço que prejudique a base instalada.
Mercado de memórias e impacto estratégico
A crise de memória também preocupa a Nintendo, que trabalha no Switch 2. A Bloomberg aponta que a empresa avalia possibilidades de reajuste de preço caso o cenário persista. A Nintendo tem contratos para enfrentar a primeira metade de 2026, mas pode reavaliar a estratégia.
Analistas mencionam que a pressão de custos pode influenciar o calendário de lançamentos e a composição de portfólios. A Sony e a Nintendo buscam equilibrar desempenho, preço e demanda, diante da volatilidade de componentes.
Perspectivas para 2026 e além
Especialistas destacam que o mercado de hardware enfrenta mudança de ritmo e demanda por eficiência energética. As fabricantes devem considerar disponibilidade de memória, volumes de produção e estratégias de preço nos próximos meses.
Fonte: reportagem da Bloomberg com pessoas familiarizadas com os planos das empresas.
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