- Ministério da Saúde coordena operação com 18 profissionais da Força Nacional do SUS e do DEMSP; equipes já atuam em Juiz de Fora e devem chegar a Ubá e Matias Barbosa na manhã de quinta-feira (26).
- Ações previstas incluem acolhimento, atendimento psicossocial, cuidados em saúde mental e vacinação preventiva contra o tétano, além da reorganização da rede assistencial nas áreas atingidas.
- Profissionais remanejam atendimentos para unidades não afetadas e garantem cobertura mínima nos locais com maior demanda para manter serviços essenciais.
- O Ministério enviou medicamentos, insumos de primeiros socorros, água de abastecimento emergencial e trabalha na retomada inicial da assistência farmacêutica em Juiz de Fora e Ubá.
- Ações se somam às carretas de saúde do programa Agora Tem Especialistas; a Força Nacional do SUS pode ser reforçada conforme evolução, com apoio também à vigilância ambiental por meio de caminhões-pipa do Vigiágua.
Desde as fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata mineira, o Ministério da Saúde coordena uma operação integrada para apoiar a população. Equipes da Força Nacional do SUS e do DEMSP já atuam em Juiz de Fora e devem chegar a Ubá e Matias Barbosa na manhã desta quinta-feira (26). O foco é acolhimento, saúde mental, vacinação contra o tétano e reorganização da rede de atenção.
O objetivo é oferecer atendimento psicossocial, cuidar da saúde mental, realizar vacinação preventiva contra o tétano e reorganizar a rede assistencial local. Também estão disponíveis medicamentos, insumos de primeiros socorros e abastecimento emergencial de água para as áreas atingidas.
A operação mobiliza 18 profissionais entre médicos, enfermeiros, psicólogos e especialistas em logística. Em Juiz de Fora e Ubá, atendimentos são redirecionados para unidades não afetadas, com remanejamento de pessoal para manter serviços essenciais.
Ações complementares
Carretas do programa Agora Tem Especialistas reforçam o atendimento nas fases de recuperação dos serviços de saúde. O número de integrantes da Força Nacional do SUS é ajustado conforme a evolução da situação para evitar lacunas de atendimento.
O Ministério também coordena a vigilância ambiental com caminhões-pipa do Vigiágua para garantir água potável. Além disso, há articulação com gestões locais para liberar recursos e manter serviços de saúde essenciais.
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