- Planeje seu perfil digital e defina quem terá acesso às suas informações após a morte.
- Use recursos das plataformas, como memorialização ou exclusão automática, quando disponíveis; nem todas oferecem essa opção.
- Em alguns casos, familiares podem precisar recorrer à Justiça para acessar ou excluir dados do falecido.
- Deixe instruções claras para familiares ou responsáveis legais e utilize ferramentas de planejamento digital disponíveis.
- O planejamento digital ajuda a preservar, memorializar ou excluir dados conforme seus desejos, evitando acessos indesejados ou perda de informações.
O tema da presença digital ganha cada vez mais importância diante da mortalidade. Dados pessoais, fotos e mensagens permanecem on-line, mesmo após a morte. Especialistas destacam que há formas de planejar o que acontece com esses ativos digitais.
Há opções em algumas plataformas para gerir perfis após o falecimento. O Facebook, por exemplo, oferece a memorialização de contas ou a exclusão automática, conforme a escolha do usuário.
Porém, nem todas as plataformas disponibilizam recursos similares, o que pode exigir ações judiciais para acesso ou remoção de dados. Questões de privacidade variam conforme o país.
Para quem quer deixar claro o destino de seus dados, é essencial planejar digitalmente. Defina quem terá acesso e quais ações devem ocorrer após a ausência.
Especialistas orientam manter instruções acessíveis aos familiares ou responsáveis legais e usar ferramentas de planejamento digital disponíveis nas plataformas.
Planejamento e acesso
Planejamento digital facilita a preservação, memorialização ou exclusão da presença online, conforme desejos do titular.
Recomendações práticas
- Defina quem terá acesso aos dados.
- Utilize recursos de memorialização ou exclusão oferecidos pelas plataformas.
- Deixe instruções claras para familiares ou responsáveis legais.
- Considere ferramentas de planejamento digital para orientar o processo.
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