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Cancelamento do elétrico da Lamborghini levanta dúvida sobre esportivos a bateria

Lamborghini sinaliza fim de esportivos elétricos, citando queda de demanda e custos elevados como entraves ao segmento

Lamborghini Lanzador: projeto elétrico cancelado
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  • O CEO da Lamborghini, Stephan Winkelmann, afirmou que o Lanzador, seu próximo crossover totalmente elétrico, não será um EV puro, citando queda de aceitação de esportivos elétricos.
  • O movimento da Lamborghini ocorre em meio a rumores de cancelamento de modelos elétricos de outras marcas do grupo, como a Porsche (Cayman/Boxster elétricos) e a Rimac, que teve demanda reduzida pelo Nevera.
  • Analistas veem a decisão como indicativo de fragilidade da revolução dos EVs em esportivos, devido a custos, desafios técnicos e desconexão emocional com motores a combustão.
  • Esportivos elétricos enfrentam peso elevado de baterias (exemplo: Rimac Nevera com bateria de cerca de 725 kg), o que afeta desempenho, aderência e frenagem.
  • A Ferrari mantém otimismo com o Luce, seu primeiro EV, previsto para 2026, mas espera-se que a marca possa reavaliar estratégias elétricas, possivelmente migrando para híbridos no futuro.

O anuncio recente da Lamborghini aponta para uma mudança significativa na direção da esportividade a bateria. O CEO Stephan Winkelmann afirmou em entrevista que o Lanzador, o próximo crossover totalmente elétrico da marca, não será um EV puro; para ele, a demanda por esportivos elétricos está desacelerando globalmente, chegando a quase zero em alguns segmentos.

A notícia coincide com sinais de ajuste em outras montadoras de alto desempenho. A Porsche avalia cancelamento do Cayman/Boxster elétrico, após atrasos e custos elevados, enquanto a Rimac entrega menos da produção prevista do Nevera, refletindo menor interesse por ultraapelos elétricos entre compradores ricos.

Repercussões na indústria

Especialistas veem a decisão da Lamborghini como indicativa de fragilidades na revolução dos EVs, incluindo alto custo, desafios técnicos e lacunas de infraestrutura. Analistas apontam que muitos entusiastas ainda buscam a sensação visceral de motores a combustão.

Esportivos elétricos exigem baterias pesadas e múltiplos motores, o que eleva o peso e afeta desempenho, aderência e frenagem. Além disso, a experiência sensorial dos carros de combustão, com sons característicos, permanece desejada por muitos fãs.

Perspectivas futuras

Apesar do momento de pessimismo, algumas marcas mantêm apostas em elétricos. A Ferrari tem o Luce, seu primeiro EV, com lançamento previsto para 2026, que divide expectativas entre entusiastas e investidores. A marca ressalta interesse inicial considerável, embora o mercado geral ainda apresente ceticismo quanto a EVs puros.

Outras leituras indicam que a indústria pode caminhar para híbridos ou soluções parciais, ao menos até que haja avanços tecnológicos relevantes em armazenamento de energia e custo de produção. O horizonte permanece incerto para esportivos puramente elétricos.

Conteúdo desta análise baseia-se em reportagens de veículos de alto desempenho e relatos de executivos do setor, com histórico de decisões estratégicas no segmento. A matéria original foi publicada pela Forbes, com foco na avaliação do futuro dos esportivos elétricos.

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